Presente de Pascoa é começar a semana me lendo! Se eu conseguir através deste trabalho informar pelo menos dez pessoas que o Brasil tem um sério e adiantado Programa Espacial; já terá valido a pena. Quero agradecer o carinho da revista Gold comigo e com meu trabalho, voces me fizeram muito feliz. Obrigada! #alcantara#alcantaraofilme#programaespacialbrasileiro #revistagold
Projeto transmídia e multi-plataforma. Alq Blog é um espaço cibernético para trocas e debates de informações sobre o Programa Espacial Brasileiro e diversas questões ligadas ao espaço e setor aeroespacial. A física, a quântica, a ciência, a engenharia e a astronomia são muito bem vindas por aqui, e claro, a curiosidade também. Apertem os cintos que a pilota não sumiu. Vamos embarcar nessa viagem!? ALCANTARA O FILME: http://alcantaraofilme.wix.com/inicio
sábado, 31 de maio de 2014
sexta-feira, 21 de março de 2014
Brasil e China antecipam novo satélite para 2014
Após a falha no CBERS-3 no final de 2013, a AEB Agencia Espacial Brasileira informou esta semana que o lançamento de seu sucessor será adiantado. "Ë muito cedo pra ter precisa a data do lançamento, mas estamos trabalhando para dezembro" afirma Petrônio Noronha de Souza, diretor de politica espacial e investimentos estrat;egicos da AEB.
A operacão é militar e o Satélite tem quatro câmeras que permite ao governo brasileiro monitorar a Amazônia, auxiliando no combate a desmatamentos ilegais e quimadas. Sem ele, o Brasil se você obrigado a adquirir imagens de satélites produzidos por outros países.
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segunda-feira, 10 de março de 2014
Cyclone 4 e a crise na Ucrânia (Base espacial CIVIL)
Por Rafael Garcia
O primeiro foguete construído para a empresa binacional ucraniano-brasileira que tenta entrar no mercado de lançamento de satélites está 90% pronto, e sua construção não está sendo afetada pela turbulência política em Kiev, afirma a direção do projeto, com sede em Brasília. A ACS (Alcântara-Cyclone Space), estatal na qual os governos dos dois países investiram US$ 230 milhões cada um até agora, diz que mantém seu calendário prevendo o lançamento de estreia para 2015, a partir de Alcântara, no Maranhão, “podendo sofrer pequena variação”. Essa faraoônica base espacial é CIVIL.
O primeiro foguete construído para a empresa binacional ucraniano-brasileira que tenta entrar no mercado de lançamento de satélites está 90% pronto, e sua construção não está sendo afetada pela turbulência política em Kiev, afirma a direção do projeto, com sede em Brasília. A ACS (Alcântara-Cyclone Space), estatal na qual os governos dos dois países investiram US$ 230 milhões cada um até agora, diz que mantém seu calendário prevendo o lançamento de estreia para 2015, a partir de Alcântara, no Maranhão, “podendo sofrer pequena variação”. Essa faraoônica base espacial é CIVIL.
“Esse projeto é um projeto de Estado”, afirma o brigadeiro Wagner Santilli, chefe de relações corporativas da ACS. “Uma situação política de momento nada tem a ver com isso. O projeto tem uma assinatura entre os dois governos e está indo para a frente.” Segundo a direção da empresa, contatos com engenheiros que produzem o foguete na Ucrânia continuam ocorrendo sem perturbações, e atrasos recentes no projeto se devem apenas a “problemas de reembolso”.
A ACS foi criada a partir de um acordo assinado entre os governos dos países em 2003 prevendo o lançamento do primeiro foguete –o modelo Cyclone-4, ainda em desenvolvimento–em 2007. O programa sofreu sucessivos atrasos devido a problemas como disputa de terras com comunidades quilombolas de Alcântara e esgotamento de verbas em Kiev.
INVESTIMENTO E LUCRO
Segundo Santilli, as obras da base que abriga a plataforma de lançamento no Maranhão estão 40% prontas. Questionada pela Folha, a empresa não respondeu quanto investimento ainda será necessário para terminar o projeto. Em 2010, analistas já apontavam que, se ultrapassasse o valor de R$ 1 bilhão, a ACS se tornaria uma empreitada cara demais para obter lucro a curto prazo. A empresa não arrisca dizer se a turbulência na Ucrânia pode repercutir mal entre futuros clientes. A Ucrânia havia deixado em aberto a possibilidade de transferir ao Brasil a tecnologia dos foguetes, mas nunca cravou um acordo nisso. A reportagem da Folha não conseguiu contatar a contraparte ucraniana da ACS para comentários.
Fonte: Folha de São Paulo
Leia mais sobre a Base CIVIL: Alcantara-Cyclone-Space.
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domingo, 9 de março de 2014
Transmissão ao Vivo do espaço
Canal exibe volta ao mundo ao vivo da Estação Espacial
- Em imagem noturna tirada da Estação Espacial Internacional, a Coreia do Norte - no centro da foto, entre a China (à esq.) e a Coreia do Sul (à dir.)
Na próxima sexta-feira, o canal pago NatGeo promete exibir durante duas horas uma volta ao mundo completa transmitida diretamente da Estação Espacial Internacional. A transmissão ao vivo será em HD. A transmissão de façanhas em tempo real é uma nova tendência dos chamados canais educativos. Em meados do ano passado, o Discovery também exibiu ao vivo o impressionante feito de Nik Wallenda, que atravessou o Grand Canyon em uma corda bamba, enfrentando fortes ventos apenas com uma barra de equilibrar nas mãos.
A transmissão do NatGEo será bem mais complicada do ponto de vista técnico, porém. A ISS (International Space Station, em inglês) está situada em órbita a quase 350 km de altura, viajando a cerca de 27 mil km/hora. Ela dá quase 16 voltas em torno da Terra todos os dias, e uma dessas voltas será captada e transmitida pelo canal em tempo real. Coma a transmissão será feita em alta definição, a expectativa é que o telespectador (que tem um bom aparelho de TTV) faça uma "imersão" na estação espacial. Uma imersão de duas horas.
O evento faz parte das comemorações de 125 anos da marca NatGeo no mundo.
LINK FONTE: UOL
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MUNDO DA CIENCIA
COMO ATRAIR O ALUNO PARA O MUNDO DAS CIÊNCIAS
Não há dúvidas de que as ciências exatas são imprescindíveis para o desenvolvimento do País. Mas há dificuldade no aprendizado, o que gera desinteresse dos alunos. Como mudar esse cenário?
"Apesar de seu imenso potencial e de sua extrema importância, a Matemática, bem como a Física e a Química, está entre as disciplinas mais temidas pelos alunos. O grau de dificuldade dos conteúdos acaba gerando falta de interesse, que, por sua vez, resulta no baixo nível de aprendizado. Na opinião de Porto, a forma de ensinar pode estar entre as causas desse cenário desanimador. “A matemática pode ser ensinada de maneira menos careta e de forma mais lúdica e muito mais divertida”, considera o matemático. Ele sugere que conteúdos como a teoria dos grafos e o teorema das 4 cores podem ser explorados de maneiras que permitam à criança brincar e, ao mesmo tempo, aprender a pensar. “Há alguns problemas da teoria dos grafos, por exemplo, que podem ser traduzidos em jogos. E o teorema das 4 cores, que pode ser aplicado por meio da atividade de colorir um mapa, é uma brincadeira matemática”, observa. E completa: “A matemática exige um pouco mais, mas se você incentivar as pessoas, ela será compreendida. Dizer que é ruim em matemática é uma questão cultural no Brasil que precisa ser mudada, a pessoa deve se envergonhar de ser ruim em matemática”.
Para Mario Donizete Domingos, gerente de Desenvolvimento de Produtos da Abramundo e curador científico do Instituto Abramundo, não há dúvidas de que a forma de ensinar pode cativar o aluno para a matemática e as demais disciplinas da área de ciências exatas. “Uma estratégia interessante é construir coisas, como [simular] a construção de uma ponte, a molecada adora construir”, comenta. Nesse processo, acrescenta Domingos, podem ser ensinados conceitos de força, resistência e outros pontos relacionados à matemática e à física. Já para ensinar química, ele sugere experimentos com reações químicas na cozinha. “Fazer um pão, ver crescer a massa, é uma reação química, e qualquer criança curte fazer isso”, afirma. Domingos chama a atenção para as novas tecnologias, que também possibilitam situações muito interessantes para o aprendizado das ciências. “Há várias alternativas com computação, robótica, arte e tecnologia e recursos mais avançados, como as impressoras 3D, que atraem a atenção dos alunos”, considera.
O que não dá, na opinião do especialista, é apresentar uma fórmula e mandar o aluno a utilizá-la. “Ninguém aprende com isso”, sentencia. Ele destaca que a matemática é uma linguagem e, como tal, é extremamente necessária para o aprendizado de outras disciplinas como a Física. “Se eu não sei matemática, eu não vou compreender física e também vou ter dificuldade em química e até em outras áreas”, adverte. E acrescenta que a contextualização do conteúdo deve ser voltada a situações do cotidiano dos estudantes. “Uma tela de computador, por exemplo, é uma matriz de pontos, que é um conteúdo do ensino médio. Primeiro os alunos devem olhar essa tela como uma matriz, verificar seu funcionamento e, depois, justificar a utilização prática desse conteúdo”, orienta.
Image: Banco de Imagens Google
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PAZ PARA O QUILOMBO
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Conflito quilombola pode estar próximo de ser resolvido
FCP faz reunião para solucionar conflito em Alcântara. Comunidades quilombolas resistem ao estudo de impacto ambiental da área para o lançamento de foguete.
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LINK FONTE: hpalmares.gov.br
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