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segunda-feira, 10 de março de 2014

Cyclone 4 e a crise na Ucrânia (Base espacial CIVIL)

Por Rafael Garcia

O primeiro foguete construído para a empresa binacional ucraniano-brasileira que tenta entrar no mercado de lançamento de satélites está 90% pronto, e sua construção não está sendo afetada pela turbulência política em Kiev, afirma a direção do projeto, com sede em Brasília. A ACS (Alcântara-Cyclone Space), estatal na qual os governos dos dois países investiram US$ 230 milhões cada um até agora, diz que mantém seu calendário prevendo o lançamento de estreia para 2015, a partir de Alcântara, no Maranhão, “podendo sofrer pequena variação”. Essa faraoônica base espacial é CIVIL. 

“Esse projeto é um projeto de Estado”, afirma o brigadeiro Wagner Santilli, chefe de relações corporativas da ACS. “Uma situação política de momento nada tem a ver com isso. O projeto tem uma assinatura entre os dois governos e está indo para a frente.” Segundo a direção da empresa, contatos com engenheiros que produzem o foguete na Ucrânia continuam ocorrendo sem perturbações, e atrasos recentes no projeto se devem apenas a “problemas de reembolso”.

A ACS foi criada a partir de um acordo assinado entre os governos dos países em 2003 prevendo o lançamento do primeiro foguete –o modelo Cyclone-4, ainda em desenvolvimento–em 2007. O programa sofreu sucessivos atrasos devido a problemas como disputa de terras com comunidades quilombolas de Alcântara e esgotamento de verbas em Kiev.

INVESTIMENTO E LUCRO

Segundo Santilli, as obras da base que abriga a plataforma de lançamento no Maranhão estão 40% prontas. Questionada pela Folha, a empresa não respondeu quanto investimento ainda será necessário para terminar o projeto. Em 2010, analistas já apontavam que, se ultrapassasse o valor de R$ 1 bilhão, a ACS se tornaria uma empreitada cara demais para obter lucro a curto prazo. A empresa não arrisca dizer se a turbulência na Ucrânia pode repercutir mal entre futuros clientes. A Ucrânia havia deixado em aberto a possibilidade de transferir ao Brasil a tecnologia dos foguetes, mas nunca cravou um acordo nisso. A reportagem da Folha não conseguiu contatar a contraparte ucraniana da ACS para comentários.

Fonte: Folha de São Paulo
Leia mais sobre a Base CIVIL: Alcantara-Cyclone-Space.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Jornal Folha Zona Sul

E nós já estamos dando o que falar, na mídia! 

O jornal carioca FOLHA ZONA SUL publicou nosso projeto em sua úlima edição do ano de 2013. A matéria foi escrita pela jornalista Luciana Lopes para o editor Fabricio Azevedo. Obrigada a toda equipe do jornal e a você leitor do nosso blog espero que gostem. Segue algumas fotos pra vocês. 




Leia Também: STORY

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

FRANÇA é suspeita de ESPIONAGEM no CLA afirma Folha de São Paulo

Domingo, 1 de fevereiro de 2009

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A edição de hoje (1) do jornal Folha de S. Paulo traz uma reportagem ("Bóias" suspeitas cercam base de foguete") do jornalista Leonardo Souza sobre relatório elaborado pela Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) acerca de bóias com transmissores encontradas em praias próximas ao Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão. De acordo com a reportagem, a ABIN está trabalhando "numa perícia mais aprofundada" dos equipamentos encontrados.

Bóias com transmissores VHF e/ou UHF próximas ao CLA já foram apreendidas em três ocasiões, sendo a última em outubro do ano passado. O relatório da ABIN, citado na matéria da Folha, indica que as bóias foram produzidas na Espanha e Japão. Destaca ainda o relatório: "A agência tem monitorado o aparecimento de bóias em intervalos de dois em dois anos, nas praias do CLA. Elas são acionadas por controle remoto via satélite e têm capacidade de enviar, transmitir e medir freqüência, além de possuírem espaço suficiente para abrigarem corpos estranhos; estão equipadas com bateria de longa duração e painel solar".

A íntegra da reportagem da Folha está disponível no clipping de hoje do Comando da Aeronáutica (NOTIMP), que pode ser acessado clicando-se aqui. O monitoramento de lançamentos de foguetes por outros países é freqüente, e ocorre não apenas no Brasil. Vale destacar que o simples monitoramento não significa espionagem ou sabotagem. Na edição 97 de Tecnologia & Defesa, de 2003, foi publicada uma reportagem de minha autoria ("A Tragédia de Alcântara") sobre o acidente com o VLS-1 V03. Eu apontei no texto várias medidas tomadas pelo Comando da Aeronáutica com o objetivo de monitorar e evitar possíveis interferências na operação de lançamento. Vejam abaixo:

Medidas de segurança

A hipótese de sabotagem foi logo considerada pelo Comando da Aeronáutica, embora tenha sido praticamente descartada algumas semanas mais tarde, pois de acordo com a AEB, não haveria possibilidade de alguém de fora da base acionar a corrente elétrica que ignitou o motor. Segundo especialistas da Aeronáutica, para uma pessoa externa influir numa operação tão complexa quanto à de um lançamento espacial, seria preciso conhecer todo o sistema envolvido, as combinações de sigilo para então tentar interferir no processo criando um campo magnético e uma corrente que possa efetivamente iniciar um dispositivo inteiro.

Assim a possibilidade de um ‘hacker’ entrar no sistema é improvável de acontecer, segundo dizem os especialistas, porque o sistema brasileiro de lançamento é operacionalmente independente de qualquer contato com redes de informática, principalmente pela Internet. O sistema de segurança foi desenvolvido por duas empresas brasileiras - a COMPSIS e a Fundação ATECH, não tem ligação com a Internet e não possibilita o acesso via computador. Além disso, a linha de fogo do sistema é aterrada à casamata, na torre de umbilicais. Mesmo que houvesse um acionamento de software dedicado a essa atividade, a operação estaria segura por não estar ligada a computadores e pela proteção física do aterramento na seqüência de emissão de ordens.

Durante os preparativos para a operação São Luís, diversas medidas para assegurar sua realização bem-sucedida foram tomadas. Na área de proteção eletrônica, para dar segurança aos sistemas de operação, controle guiagem do VLS-1, foram utilizadas duas aeronaves R-99, da Força Aérea Brasileira, com a missão de controlar o espectro eletromagnético, em especial nas faixas de freqüência dos radares usados pelo Centro de Lançamentos de Alcântara (CLA) para o rastreamento do veículo, assim como das faixas de freqüências utilizadas pelo sistema de telemetria e telecomando. Duas equipes do Centro Integrado de Guerra Eletrônica (CIGE), do Exército Brasileiro, munidas de pessoal e equipamento especializado para a vigilância de emissões eletrônicas também foram utilizadas. Nas dependências do CLA, uma terceira equipe, composta por engenheiros do CTA, realizou atividades semelhantes a do CIGE. De julho a agosto, período em que as operações foram realizadas, nenhum sinal desconhecido ou hostil foi detectado, seja pelas equipes ou pelas aeronaves.

Para garantir a segurança de embarcações, além de possíveis interferências no decorrer da operação, foram adotadas medidas para restringir o acesso de barcos e navios à zona crítica de lançamento, na Baía de São Marcos, área que separa a cidade de São Luís do Centro de Lançamento de Alcântara, com a utilização de lanchas e navios-patrulha do 4º Distrito Naval, da Marinha Brasileira, e aeronaves P-95 da FAB. No âmbito terrestre, com a finalidade de impedir o acesso de pessoas não autorizadas às áreas críticas de lançamento, foram utilizadas aeronaves e helicópteros da FAB, com a participação do 24º Batalhão de Caçadores do Exército Brasileiro, sediado em São Luís, MA, auxiliando nas patrulhas e controle das estradas e áreas adjacentes ao Centro. Aeronaves T-27 Tucano, destinadas para defesa área, ficaram de prontidão no aeroporto de São Luís, garantindo dessa forma o controle do espaço aéreo durante o período compreendido da janela de lançamento."

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Suspeita de sabotagem fez Brasil investigar FRANCESES em Alcântara revela ABIN em 2013.

05/11/2013 - 03h42 - FONTE FOLHA DE SAO PAULO

Com a suspeita de que era espionado pela França, o Brasil investigou se agentes do serviço secreto francês promoveram ação de sabotagem para explodir a base de lançamento de satélites de Alcântara, no Maranhão. Em 2003, um acidente no local matou 21 pessoas, entre engenheiros e técnicos do CTA (atual Comando-Geral de Tecnologia Aeroespacial), órgão da Aeronáutica.


A Folha obteve documento secreto da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) querevela pelo menos três operações de contraespionagem cujos alvos eram espiões franceses e seus contatos brasileiros e estrangeiros. Houve também monitoramento do serviço de inteligência em órgãos de cooperação e cultura ligados à Embaixada da França. O objetivo era proteger o setor espacial brasileiro da espionagem internacional. A Folha revelou ontem que o governo brasileiro espionou diplomatas de países como Rússia, Irã e EUA. A Presidência afirmou que eram ações de contraespionagem.

O documento obtido pela reportagem evidencia que o Brasil monitorava o que os agentes da Abin descrevem como "rede de espionagem" da DGSE (sigla de Direção-Geral de Segurança Externa, a agência de inteligência da França), ativa no Maranhão e em São Paulo. Um ex-chefe do GSI (Gabinete de Segurança Institucional) confirmou à Folha que o governo sabia da espionagem internacional em Alcântara. Após o acidente, a investigação sobre a eventual sabotagem francesa prosseguiu, conforme disse um ex-dirigente da Abin que pediu para não ser identificado. Apesar das evidências de espionagem francesa, o governo não encontrou provas de sabotagem. Oficialmente, a explosão foi provocada por uma pane elétrica que causou ignição antecipada de um dos propulsores do foguete.

A localização da base brasileira no Maranhão é considerada uma das melhores do mundo para o lançamento de foguetes com satélites comerciais, pela proximidade ao Equador. A estimativa é que os lançamentos de Alcântara economizem até 30% em combustível. Se desse certo, a base de Alcântara (que está sendo reconstruída) se transformaria na única concorrente do Centro Espacial de Kourou, localizado na Guiana Francesa, território que faz fronteira com o Brasil e que pertence ao país europeu.

Conforme documento obtido pela reportagem, ao menos desde 2002 a Abin vigiava a movimentação de espiões franceses em Alcântara. Sob condição de anonimato, um oficial de inteligência que acompanhou o caso disse que um dos alvos era um agente francês do DGSE que se apresentava como Olivier. Ele atuava na região disfarçado de professor de kitesurf, e recrutava informantes na base brasileira. A Abin fotografou o francês e seus contatos.

Os agentes também descrevem no relatório ações para monitorar a rede de espionagem em órgãos como Cendotec (Centro Franco-Brasileiro de Cooperação Técnica e Científica), ligado ao consulado francês em São Paulo, e Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). Até 2003, ao menos oito relatórios de inteligência foram produzidos sobre o caso. Procurada, a embaixada da França não se manifestou.

Fonte: FOLHA DE SAO PAULO

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Na boca do povo!

Muita gratidão ao renomado jornalista Luis Erlanger que divulgou nosso blog em sua página do facebook. Fica o registro.  




segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Rede Globo, Ovnis e a Força Aerea Brasileira

Ana Maria Braga anda doida para ser abduzida. Terça-feira passada ela esqueceu momentaneamente as receitas de bolinhos de carne e a vida das celebridades, e dedicou o programa “Mais Você” aos objetos voadores não identificados. Toda empolgada, a loira recebeu um ufólogo e comentou os documentos do Ministério da Aeronáutica, recentemente liberados para consulta. A apresentadora contou que seu sonho é ser capturada por alienígenas e levada para outra galáxia. Mas não conseguiu o apoio do Louro José, que se recusou a entrar em uma fria dessas. Essa conversa de discos voadores e alienígenas nunca sai de moda. Quando eu era criança eles estavam em toda a parte. Nos filmes, nas histórias em quadrinhos e nos álbuns de figurinhas, como o “Conquistas Modernas” aí da foto, que é de 1960. O artista que fez a colorida capa imaginou uma batalha entre humanos e alienígenas. Com um jato Douglas X-3 Stilleto explodindo um colorido Ovni. Na vida real esse tipo de encontro foi bem mais pacífico do que imaginava a ficção. E aconteceu no Brasil, e não no espaço sideral.


Em 1986 eu era um jornalista recém-formado, trabalhando no diário de maior prestígio do Rio de Janeiro. Ele mesmo, o falecido Jornal do Brasil (JB). Na noite de 19 de maio daquele ano, 21 objetos estranhos foram detectados sobre o Brasil, no céu em torno de São José dos Campos. O então coronel Ozires Silva viajava para o Rio de Janeiro em um avião bimotor e teve contato visual com as luzes. Que eram amarelas e se deslocavam com velocidade supersônica. Caças F-5 do Campo dos Afonsos, no Rio, e os Mirage de Anapolis, no Planalto Central, foram acionados. E não conseguiram alcançar os objetos. Na época, o Ministro da Aeronáutica, brigadeiro Octávio Moreira Lima, prometeu um relatório oficial sobre o incidente, no máximo em 30 dias. Na verdade o documento, que só foi liberado no ano passado e estava nas mãos da Ana Maria Braga, mostra uma reprodução das telas de radar do Cindacta, com os contatos de radar marcados. E conclui que o movimento dos objetos, voando em formação com os caças da FAB, indica que eram controlados por algum tipo de inteligência.

Na época escrevi uma matéria para o JB comparando o caso brasileiro com outro idêntico, que aconteceu em Washington, em 1952. Nos dois casos a presença de objetos luminosos foi detectada no radar, e visualmente, por pilotos de aeronaves civis que se aproximavam da capital americana. O governo enviou caças subsônicos, os F-94 Starfire, para perseguir os Ovnis, que estavam muito perto do corredor restrito da Casa Branca. Como no caso brasileiro, a perseguição foi infrutífera. Os pilotos relataram luzes azuis voando em velocidade hipersônica. E a coisa toda foi atribuída a uma suposta inversão térmica. Que poderia explicar os contatos de radar, mas não as luzes brincando de pique com os aviões de caça. Sem importância.

O fato é que depois de meio século de “avistamentos” ninguém dá muita importância aos misteriosos Ovnis. Nem a Rede Globo, com 25 quilos de documentos secretos da FAB, relatando a presença de objetos estranhos nos céus do Brasil, de 1952 a 2010. A equipe de jornalismo podia ter feito uma bela matéria para o Fantástico ou o Jornal Nacional. Mas preferiram entregar tudo para a Ana Maria Braga.

Afinal, os arruaceiros destruindo ônibus e agências bancárias fazem muito mais barulho do que os discretos discos voadores. Que continuam andando por aí, junto com os aviões de carreira. Pessoas como a Ana Maria Braga sonham com um contato imediato de terceiro grau. Com os alienígenas pousando e convidando os humanos para embarcarem em suas luminosas espaçonaves. Mas o fato de eles manterem distância de nós é uma prova de que existe inteligência lá em cima.

Algo que ainda não foi comprovado aqui em baixo.

FONTE: Diário do Vale (RJ)
LINK FONTE: Força Aerea Brasileira, Aeronáutica

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Alcântara é o assunto do futuro!

Você acha importante investir no setor Aeroespacial e de Defesa? Então vote no Blog do Planalto: Segundo o blog, esse plano investirá R$ 32,9 bilhões para impulsionar a inovação tecnológica, a produtividade e a competitividade em diversos setores da economia. 


A enquete está na página inicial do Blog do Planalto, no parte inferior da coluna da direita (é necessário correr a página para ver). Lá, está a pergunta sobre qual setor “é o mais importante” para o Plano Inova Empresa investir. No momento de publicação desta matéria (16h55 de 10 de outubro de 2013), o setor Aeroespacial e de Defesa era o segundo mais votado, com 16% dos votos – pouco mais do que o terceiro e do quarto (setor de Tecnologia da Informação e Comunicação e setor de Sustentabilidade Socioambiental).

Esses 16% já representam o dobro do que muitos consideram o salvador da pátria e grande responsável, muitas vezes, pelo crescimento da economia brasileira, que é o setor de Agropecuária, e quatro vezes mais do que o setor de Petróleo e Gás, muitas vezes mostrado como o salvador da pátria do futuro, com o Pré-Sal. O mais votado até agora foi o setor de saúde, que tem 40% dos votos.

Você acha importante investir no setor Aeroespacial e de Defesa? Então mostre, votando na enquete!

Colaborou: Baschera

VOTEM NO SETOR AEROESPACIAL 
LINK FONTE: http://www.aereo.jor.br


sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Desligaram a NASA

Como já é do conhecimento de quase todos que desligaram temporariamente a NASA (National Aeronautics and Space Administration) por conta da paralisação do Governo Americano, aqui vai uma lista com os sites das mais importantes Agências, Centros, Institutos, Comunidades, Comissões e Conselhos Espaciais pelo mundo:



Agência Espacial Federal Russa (RKA)
http://www.roscosmos.ru/
Centro de Controle de Missão da Agência Espacial Federal Russa: http://www.mcc.rsa.ru/

Administração Espacial Nacional Chinesa.
http://www.cnsa.gov.cn/n1081/index.html
http://www.cnsa.gov.cn/n615709/cindex.html

Agência Japonesa de Exploração Aeroespacial (JAXA).
http://www.jaxa.jp/index_e.html
http://www.ijis.iarc.uaf.edu/en/index.htm

Agência Espacial Nacional do Cazaquistão (KOZCOSMOS).
http://kazcosmos.gov.kz/

Agência Espacial Europeia (ESA).
http://www.esa.int/ESA

Centro Aeroespacial Alemão.
http://www.dlr.de/dlr/desktopdefault.aspx/tabid-10002/

Agência Espacial Brasileira (AEB).
http://www.aeb.gov.br/
*Centro de Lançamento de Alcântara-CLA (ou simplesmente, Base de Alcântara)
http://www.cla.aer.mil.br/
*Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI)
http://www.clbi.cta.br/
*Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial(DCTA)
http://www.cta.br/
*Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
http://www.inpe.br/
*Observatório Nacional
http://www.on.br/

Agência Espacial Canadense (CSA)
http://www.asc-csa.gc.ca/eng/Default.asp

Agência Espacial Italiana (ASI).
http://www.asi.it/en

Agência Espacial Nacional da Africa do Sul (SANSA).
http://www.sansa.org.za/

Agência Espacial do Reino Unido (UKSA).
http://www.bis.gov.uk/ukspaceagency

Agência Espacial Nacional do Paquistão(SUPARCO).
www.suparco.gov.pk/index.asp

Agência Espacial da Malásia (ANGKASA)
http://www.angkasa.gov.my/

Centro Espacial Suíço (EPFL).
http://www.space.epfl.ch/
http://www.s-3.ch/en/home

Agência Espacial Nacional da Ucrânia (NSAU).
http://www.nkau.gov.ua/NSAU/nkau.nsf

Agência Espacial Mexicana (AEXA)
http://www.aexa.tv/

Centro Espacial Norueguês (NSC)
http://web.spacecentre.no/eng

Agência Espacial romeno (ROSA).
http://www.rosa.ro/

Organização de Pesquisa Espacial da Índia (ISRO).
http://www.isro.org/

Centro Nacional de Estudos Espaciais (CNES)-França.
http://www.cnes.fr/web/CNES-fr/6919-cnes-tout-sur-l-espace.php

Instituto Holandês de Pesquisas Espaciais (SRON).
http://www.sron.nl/

Instituto de Pesquisa Aeroespacial da Coreia do Sul(KARI)
http://www.kari.re.kr/

Instituto Nacional de Técnica Aeroespacial (INTA)-Espanha.
http://www.inta.es/

Conselho Nacional Espacial da Suécia (SNSB)
http://www.snsb.se/en/

Comissão Nacional de Atividades Espaciais (CONAE)-Argentina.
http://www.conae.gov.ar/index.php/es/

Comunidade Científica e Organização de Pesquisa Industrial (CSIRO)-Austrália.
www.csiro.au

Wikipédia-Lista de agências espaciais:
pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_agências_espaciais

Outras unidades:
http://www.esa.int/SPECIALS/ECSL/SEMXM72VQUD_0.html
http://theknowledgeworld.com/world-of-aerospace/Aerospace.htm

MUITAS OUTRAS INFORMAÇÕES:

Rastreamento da localização da ISS(Estação Espacial Internacional)
em tempo real:
http://www.isstracker.com/

Centros de Controle de Missão no Mundo;
en.wikipedia.org/wiki/Mission_control_center

Programa Cospas-Sarsat Internacional.
Sistema Internacional de Satélites de Busca e Salvamento.
O Programa fornece precisas, oportunas e confiáveis alerta de socorro e dados de localização para ajudar as autoridades na busca e salvamento, assim ajudando as pessoas em perigo.
O objetivo do sistema Cospas-Sarsat é reduzir, tanto quanto possível, os atrasos na prestação de alertas de socorro aos serviços SAR, e o tempo necessário para localizar a angústia e prestar assistência, que têm um impacto direto sobre a probabilidade de sobrevivência das pessoas em perigo no mar ou em terra. http://cospas-sarsat.org/

Russian Space Web.
www.russianspaceweb.com


Fonte: Paulo Sidney

sábado, 21 de setembro de 2013

Entrevista para o site do Humberto Saade

A cineasta Miriam Rezende Gonçalves comemora uma nova fase em sua carreira, a escolha de seus parceiros na produção de seu primeiro longa-metragem “ALCÂNTARA” .


“Alcântara” é um thriller de suspense inspirado no Programa Espacial Brasileiro, que começa uma nova fase de pesquisa e pioneirismo tecnológico com a reconstrução da base de lançamento na cidade de Alcântara no Maranhão. A base espacial foi destruída no acidente que completou 10 anos em agosto e foi relembrado por toda mídia nacional e internacional. A tragédia se trata uma dor pessoal e familiar, ela perdeu um primo no acidente e transformou sua perda em filme.



Mineira, com trajetória considerável, aos 18 anos Miriam foi morar na cidade do Rio de Janeiro e ganhava a vida dando aulas de teatro em uma comunidade carente no leme, chamada Babilônia. Aos 23 anos já trabalhava como produtora na Globo onde fez novelas, minisséries, shows, entre outros. Aos 28 anos levantava a bandeira da poesia ao lado de amigos globais em seu evento literário Contos Inversos. 31 anos foi atrás de novos desafios em São Paulo, em busca de um novo sonho e começou a estudar roteiro. Trabalhou no programa Auto Esporte onde viu pela primeira vez sua idéia no ar com o quadro televisivo “Se Meu Carro Falasse”, que a levou ao programa do “Fantástico”. Sua primeira experiência foi escrever um seriado sobre a médica psiquiatra Nise da Silveira intitulado, “Nise, Guardiã da Loucura”. Durante a pesquisa, juntamente com celebridades e cientistas, viveu a experiência de uma internação dentro de um dos maiores hospícios do país. Agora aos 34 anos, estuda propostas de produtoras interessadas em produzir “Alcântara” fato histórico nunca antes retratado pela cinematografia nacional e conta com a consultoria do roteirista Di Moretti que já escreveu mais de 19 filmes, muitos já consagrados.


CONFIRA A ENTREVISTA EXCLUSIVA DE MIRIAM REZENDE AO NOSSO BLOG:


- COMO O FILME “ALCÂNTARA” PODE TRAZER A TONA UM ASSUNTO NÃO MUITO CONHECIDO PELA SOCIEDADE?

O tema espaço está no inconsciente coletivo da população, quase toda criança já teve um dia o sonho de ser um astronauta, que aliás, no atual momento, acho muito importante fortalecer esse arquétipo de herói para nossos jovens. De uma certa forma nós vamos apenas trazer o assunto espacial a tona, diversas marcas publicitárias estão contribuindo para que isso aconteça, por exemplo, a RED BULL está patrocinando um novo esporte que consiste em saltar da estratosfera terrestre. A nova propaganda da VIVO traz um disco voador para dizer as pessoas que sua tecnologia é avançada. A AXE (desodorante) fez uma promoção onde selecionou 22 pessoas no mundo todo para levar a uma viagem espacial; entre eles dois são brasileiros. A nave londrina VIRGIN GALATIK se prepara para decolar levando celebridades como Angelina Jolie, Brad Pitt, Nick Lauda, Paris Hilton pela quantia de 120 mil libras. O futuro aponta para o céu! RSS Acredito que em menos de um ano, este será o assunto da mesa do café.

- ANTES DO ACIDENTE VOCÊ JÁ ERA ENGAJADA NO TEMA ESPACIAL OU O INTERESSE COMEÇOU APÓS A TRAGÉDIA?

Sempre gostei de olhar para o céu e admirar a lua, quando criança brincava de ver estrelas cadentes cairem e fazia pedidos pra elas. Na adolescência, tinha uma feira de ciências e eu escolhia falar sobre o sistema solar. Mas após a tragédia eu comecei a recortar todas as notícias que saiam sobre o acidente em revistas e jornais, e armazenei uma década de pesquisa.

- O QUE VOCÊ ACREDITA QUE MUDOU NO PROGRAMA ESPACIAL BRASILEIRO NESSES 10 ANOS?

Nada. Ele ficou literalmente parado. Hoje, com a reconstrução da prédio de lançamento (que foi destruído no acidente em 2003 e só ficou pronto agora no final de 2012), o Programa Espacial Brasileiro começa uma nova fase de pesquisa e pioneirismo tecnológico com a reconstrução da base em Alcântara. O Brasil é um país de miséria, é difícil conseguir liberação de verba pra ciência e tecnologia. Mas é muito importante para o crescimento da nação.

- NA ÉPOCA DO ACIDENTE QUESTIONARAM A FALTA DE ESTRUTURA DO BRASIL PARA A REALIZAÇÃO DE UM PROJETO DESSA MAGNITUDE. VOCÊ CONCORDA? ACHA QUE O BRASIL ESTÁ PREPARADO?

Concordo que na época não tínhamos equipamentos de segurança suficiente, aliás, este fato é citado no laudo do acidente que foi feito pelos Russos. Hoje, acredito que o Brasil deve se preparar, nós não temos mais tempo. Precisamos colocar no espaço um satélite próprio, a ONU delimitou “terrenos no céu” e o Brasil precisa defender a parte que lhe cabe. Mas acredito que o mais agravante no momento é que o País está numa situação vulnerável. A comunicação de dados, telefonia, sinais de TV paga e até comunicações militares passam pelo satélite da Embratel, empresa que já foi estatal, mas foi privatizada em 1997. Ela está nas mãos do empresário mexicano Carlos Slim, dono da operadora Claro. Alugamos satélite de uma empresa estrangeira e não temos controle nenhum sobre ele. Isso gera espionagem, uma telefonia muito cara, entre outras coisas.

- COMO SERÁ A ABORDAGEM DO LONGA-METRAGEM? O FOCO PRINCIPAL SERÁ NA NOVA FASE DO PROGRAMA ESPACIAL BRASILEIRO?

O público tem a necessidade de entender o que aconteceu no passado antes de mostrar a nova fase do programa espacial. O enfoque da trama é a dor de uma filha que hoje é astrofísica na Alemanha e volta a sua terra natal, São José dos Campos, através de um intercâmbio pela Universidade Internacional do Espaço disposta a descobrir a verdade por trás da morte de seu pai, engenheiro morto no acidente de 2003. Trabalhamos com este arquétipo universal, pai e filha existem no mundo inteiro e isso nos ajuda a criar um vínculo de identificação. Como plano de fundo da linha narrativa, tem todo o panorama do programa espacial brasileiro e meandros do poder. Com grandes pitadas de suspense, ação, romance, aventura e muito mistério. 
  
- COMO “ALCÂNTARA” PODE DESPERTAR O INTERESSE INTERNACIONAL PARA O PROGRAMA ESPACIAL BRASILEIRO?

Alcântara é o melhor espaço-porto do planeta, porque é o lugar no globo terrestre que está mais próximo a linha do Equador. Isso significa economia 30% a menos de combustível, materiais mais pesados como carga e uma velocidade extra de escape quando o foguete sai da Terra. Essa Penínsunla maranhense é cobiçada a se tronar território internacional sob fortes protestos nacionalistas. A nossa sobrevivência no planeta depende da conquista do espaço, até os experimentos da cura do câncer são feitos na estação espacial pela ausência de microbios. Hoje em Alcântara, temos a Base Militar e em sociedade com o governo da Ucrância (40%) está sendo construída a faraônica Base Civil, Alcântara Cyclone Space, onde em um futuro próximo, qualquer país estrangeiro poderá lançar um foguete desta base. Eu vejo em um filme a melhor forma de divulgação e comunicação com o mundo.

- VOCÊ CITA A POSSIBILIDADE DO FILME TORNAR-SE UM SERIADO DE TV. TEM PREVISÃO PARA OCORRER? 

A tragédia fez 10 anos agora em agosto de 2013 e foi retratada por diversos veículos de mídia como o Fantástico, History Channel, Jornal Hoje, CNN, entre outras, isso despertou a curiosidade de produtores cinematrográficos que durante pesquisas encontraram a fanpage e o blog da publicação do meu projeto na internet. Estou estudando propostas, um desses produtores me garante que em 2015 o filme estará nos cinemas, vamos ver. Quero escolher meus parceiros com muita calma, pois pra mim Alcântara vai além de um filme, é uma causa, uma bandeira, conseguir ajudar a alavancar o programa espacial brasileiro e honrar os 21 heróis, idealistas que perderam precocemente a vida acreditando que o Brasil poderia conquistar o espaço.

LINK: http://www.humbertosaade.com/13902/

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Alcântara Cyclone Space

Em sociedade com o governo da Ucrânia, governo brasileiro controe Base Espacial Civil ao lado da Base militar brasileira. 

Alcântara Cyclone Space (ACS) é uma empresa pública binacional de capital brasileiro e ucraniano constituída em 31 de agosto de 2006 com o objetivo de comercialização e lançamento de satélites utilizando o Foguete Espacial Ucraniano Cyclone - 4 a partir do Centro de Lançamento de AlcântaraA concretização da criação da empresa foi realizada em 21 de outubro de 2003, na assinatura do Tratado de Cooperação de Longo Prazo na Utilização do Veículo de Lançamento Cyclone-4, onde qualquer país poderá fazer um lançamento através deste foguete.


As negociações entre os dois governos iniciaram-se formalmente em 18 de novembro de 1999, com a assinatura do Acordo-Quadro sobre a Cooperação de Usos Pacíficos do Espaço Exterior. O investimento inicial de cada país foi estipulado em 80 milhões de dólares e que, no caso brasileiro, seria feito pela Empresa Brasielira de Infra-estrutura Aeroportuária (Infraero). Em março de 2009, o Governo brasileiro aumentou o capital financeiro da empresa em 100 milhões de reais, sendo 50 milhões responsabilidade de cada um dos governos.


Nossa equipe esteve visitando a cidade e soubemos da BASE CIVIL (projeto faraônico ainda em construção). Oficializamos um pedido para visitação que não foi autorizado, sob alegação de não sermos cidadãos civis. Constatamos que as obras estão a todo vapor e sendo executadas por duas grandes construtoras; a Camargo Corrêa e a Odebrecth. Alcântara, o melhor espaço-porto do planeta, está prestes a ter duas bases espaciais, uma militar e em breve uma civil. Fizemos estas fotos acima no escritório da Cyclone Space, e agora aguardamos o convite para conhecer o local, afinal, temos a benção da AEB.

Leia também:
http://alcantaraofilme.blogspot.com.br/2013/02/corrida-espacial-10022013-1539-programa.html

terça-feira, 30 de abril de 2013

Compartilhando..

Nova etapa. 
Alcântara agora caminha com as bençãos da AEB. 
Vamooooooo! 


Cara Miriam,

"Em conversas com o presidente da AEB, ele me solicitou que entrasse em contato com você, e nos colocássemos à disposição para atendê-la com informações necessárias, para a realização do seu trabalho."

Carlos TDepireux
Coordenação de Comunicação 



LINK: AEB

sexta-feira, 22 de março de 2013

Promoção da AXE leva brasileiros para o espaço

Um dos sonhos de quase todo guri, quando bem novinho, é ser astronauta… E apesar das tuas chances de ir para Estação Espacial Internacional serem bem pequenas, as chances de ir para o espaço acabaram de aumentar com a promoção que a Axe está fazendo: Serão 22 dois escolhidos para fazer um vôo sub-orbital e ver a Terra lá de cima. Um brasileiro tem a vaga garantida, Marcos Pontes. E o astrofísico João Paulo Delicato está concorrendo com outros 21 cientistas. 


Quem quiser, terá que participar de um concurso que terá várias fases, incluindo uma em que os participantes dependerão das redes sociais para conseguir votos. Depois os mais votados participarão de testes físicos e quem passar vai para os testes mais duros, nos EUA.


E para realizar essa promoção foi criada a Axe Space Academy, que utilizará a nave de uma empresa especializada em levar “pessoas comuns para o espaço”. Também foi chamado um dos mais importantes astronautas da história: Buzz Aldrin, o piloto da Apollo 11 e segundo homem a pisar na lua, é o garoto propaganda – o responsável pela convocação dos consumidores.


O nosso herói Marcos Pontes, primeiro astronauta brasileiro, o próximo pode ser você.


O professor e astrofísico João Paulo Delicato - brasileiro - um dos 22 concorrentes selecionados.


"Vá como homem e volte como herói" 

Link da Fonte: AXE - Comunicadores

Alcântara, Projeto do filme


Obra de Miriam Rezende Gonçalves.

O roteiro dramatúrgico de “Alcântara” é um thriller de suspense que foi selecionado para o “Laboratório de Roteiro de Longa-Metragem”, do dramaturgo cubano Eliseo Altunaga da Escuela de Internacional de Cine e Television de San Antônio de Los Banos; e aprovado para o seminário “Histórias de Roteiristas 2012”, do Núcleo de Audiovisual da Universidade Presbiteriana Mackenzie, orientado pelo roteirista Di Moretti. Esta história é apresentada em formato de longa-metragem com forte potencial para se transformar num seriado especial de TV. Este projeto quer revelar ao público brasileiro que o país tem um adiantado e sério Programa Espacial que envolve centenas de pessoas, especialistas, técnicos e intelectuais dedicados a desenvolver uma tecnologia própria. Poucas vezes tratado pela cinematografia nacional, o filme quer revelar este universo dos avanços da ciência e da tecnologia aeroespacial brasileira. 

O formato deste projeto é multi-plataforma e transmídia.


Roteiro audiovisual de ficção cinematográfica, inspirado no Programa Espacial Brasileiro. Biblioteca Nacional 580.251 livro: 1108 folha: 326 Prot: 827.7/12.

Registro Lavrado pela Técnica da EDA/FBN Rejane Beatris Schneider.

Tags: #alcântaraofilme #alk #mirg  #programaespacialbrasileiro #aeb

Alcântara, Apresentação do filme

Carlos Alberto Pedrini, engenheiro mecânico, trabalhava no projeto Veículo Lançador de Satélites da Aeronáutica e morreu misteriosamente. “Alcântara” é o resultado dessa pesquisa que comecei há 9 anos, quando eu e minha família fomos surpreendidos pela notícia da explosão da torre de Lançamento de Alcântara, em 2003. Carlos foi condecorado como HERÓI e recebeu as mais altas comandas que um civil pode receber no país. Carlos era um idealista que perdeu precocemente a vida acreditando que o Brasil poderia conquistar o espaço. Carlos era meu primo e é a ele que dedico este trabalho.


Alcântara – palavra árabe que significa “a ponte” – é uma cidadezinha do estado do Maranhão com localização privilegiada, o lugar mais próximo da linha do Equador. Isso quer dizer que qualquer satélite que saia de suas bases tem uma economia de 30% em seu lançamento. Essa península sempre foi muito disputada e é parte de um projeto para se tornar o melhor espaço-porto do planeta, inclusive cobiçada a se tornar território internacional, sob fortes protestos nacionalistas. Alcântara é um território cercado de interesses diversos e difusos, alguns públicos e conhecidos, outros ocultos e misteriosos. O Programa Espacial Brasileiro começa uma nova fase de pesquisa e pioneirismo tecnológico com a reconstrução da base de lançamento em Alcântara. Ao lado disso, volta-se a falar do interesse internacional sobre a Amazônia e o controle aéreo da região, através do nebuloso projeto Sivam. (Ex) Quilombolas reivindicam o lugar como altar de seus ancestrais, um solo sagrado que precisa ser vigiado à todo custo. Estudiosos de óvnis, alegam que Alcântara é um porto de embarque e desembarque de objetos voadores não-identificados, com relatos de avistamentos e contatos de 3.º grau e 4.º graus.


Tags: #alk #alcântaraofilme #programaespacialbrasileiro #aeb #pnae
Leia: http://alcantaraofilme.blogspot.com.br/2013/03/alk_22.html

Vai viajar? Que tal ir pro espaço?




Preso à barriga de uma nave-mãe movida a jato, o avião espacial – levando dois pilotos e seis passageiros – vai decolar de uma pista e subir até a altitude de 15 km. Lá, haverá um salto de virar o estômago quando o avião espacial for liberado; seu motor de foguete será acionado e os passageiros serão empurrados contra os assentos quando o aparelho disparar para cima a uma velocidade de mais de 4 mil quilômetros por hora. Lá fora, o céu azul ficará preto enquanto a nave se projetará para fora da atmosfera. Depois de 90 segundos o piloto vai desligar o motor e os passageiros vagarão pelo silêncio sem peso, enquanto o avião espacial deslizará pelo espaço. Mais de 100 quilômetros abaixo, a curvatura da Terra será claramente visível contra o fundo escuro do espaço. Os passageiros terão 6 ou 7 minutos para flutuar pela cabine e desfrutar o êxtase, tirando fotos, antes que a nave inicie um arco para baixo. Suas asas curtas estarão apontadas para cima, transformando a nave em uma gigantesca peteca que voará de volta à Terra. Chegando a uma altitude de cerca de 15 km, suas asas voltarão à configuração original e o aparelho deslizará até um aeroporto. O dia do turismo espacial terá chegado. Me levaaaaa!



A Virgin Galactic – que Branson descreve como “de longe o meu empreendimento mais ousado” – recebeu até agora mais de 64 milhões de libras em depósitos de 520 clientes que querem escapar dos laços dominadores da Terra, mesmo que seja por um período muito curto. Os primeiros voos estão marcados para o final de 2013, data que coloca a Virgin Galactic na pole position da corrida para comercializar o espaço. Mas Branson já tem concorrentes, como ficará visível esta semana em Londres, quando delegados se reunirão para a terceira conferência europeia sobre turismo espacial. O evento vai revelar o incrível progresso que se fez.

Tags: #alk #alcântaraofilme #programaespacialbrasileiro #aeb #pnae

Link ALK: ALK
Leia também: http://alcantaraofilme.blogspot.com.br/2013/02/a-moda-agora-e-ir-pro-espaco-entao.html

Essa moda vai pegar!

Pronto. O espaço começou a inspirar estilistas do fashion mundo da moda. Os desfiles - desta temporada - pelas badaladas grifes internacionais, foram marcados pela inspiração espacial. Tecidos tecnológicos invadiram as passarelas e reinaram absoluto.

Achei chic e extremamente contemporâneo.


Tags: #alcântaraofilme #alk #mirg  #programaespacialbrasileiro #aeb

domingo, 10 de fevereiro de 2013

PROGRAMA ESPACIAL tenta retomar rumo

Matéria publicada na revista Carta Capital de fevereiro. 10/02/2013 15:39

Corrida Espacial


O SCD-1, primeiro satélite brasileiro, completou 20 anos no espaço no sábado 9. E a sensação é de que, enquanto dava com precisão suas mais de 105 mil voltas em torno da Terra, o programa espacial nacional se perdia. Desde o lançamento daquele 9 de fevereiro de 1993, o setor cresceu, mas não como se projetava e não de acordo com o progresso do país. O rumo, afirmam especialistas, só foi retomado nos últimos anos.  O satélite marcou o ápice do programa brasileiro. Foi seguido do lançamento do SCD-2, em 1998, e era parte de um projeto ambicioso, a Missão Espacial Completa Brasileira (MECB), que tinha como objetivo dar ao Brasil o domínio do ciclo espacial completo – privilégio de poucos países. Uma etapa, a dos satélites, foi realizada com reconhecido sucesso. Outras, como o desenvolvimento de um lançador, jamais foram concretizadas.  “Foi o auge do programa espacial brasileiro, mas, desde então, o progresso não foi mantido. A MECB foi interrompida, os recursos pararam de chegar. Não se cumpriu o planejado, e só agora, com o chamado Programa Nacional de Atividades Espaciais (Pnae), uma nova abordagem está sendo empregada”, opina Othon Winter, professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e membro do conselho deliberativo da Associação Aeroespacial Brasileira (AEB).


NOVOS INVESTIMENTOS

Recursos no patamar dos anos 1980

O Pnae é por diversos pontos alvo de críticas, mas tem o mérito de, com um plano para o período 2012-2021, pôr fim a anos de orçamentos insuficientes e irregulares do setor. A ideia é que o investimento anual volte aos níveis dos finais da década de 1980, quando chegou a 260 milhões de reais (nos valores de hoje). Em 1999, por exemplo, a verba destinada ao setor foi de apenas 21 milhões de reais.  Os recursos ainda são baixos se comparados com os dos Estados Unidos, que destinam 15 bilhões de dólares por ano só para o seu programa espacial civil, ou com os da Índia, emergente como o Brasil, mas que dá 450 milhões de dólares para o setor todo ano. Mas representa uma guinada após mais de uma década de avanços lentos.

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Turismo espacial: para o infinito e mais além?

Do acordo com Índice Futron de Competitividade Espacial, que mede o desempenho de 15 países no setor, o Brasil aparece em 11º lugar, mas dá sinais de melhora. O relatório ressalta que o programa brasileiro começou a reavaliar suas prioridades, aumentar os fundos e expandir suas parcerias, mas diz ser preciso esperar para ver se esses passos serão suficientes para manter o país à frente de outras nações da região que começam a emergir na cena espacial. Apesar dos percalços, o programa espacial brasileiro teve realizações nas últimas duas décadas. Em parceria com a China, conseguiu desenvolver e pôr no espaço três satélites CBERS (Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres). Além disso, aumentou e melhorou sua infraestrutura, como o Laboratório de Integração e Testes (LIT) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), referência no Hemisfério Sul, operado com reconhecida competência.


Parceria com setor privado

Mas parte da crítica, afirma Winter, está no fato de as realizações terem sido alcançadas de forma esporádica, fruto de ações isoladas de um ou outro governo e não de uma política de Estado contínua. E ele aponta como consequência negativa disso o acidente de 2003 na base de Alcântara, que custou a vida de 21 pessoas, e o afastamento do Brasil do projeto de construção da Estação Espacial Internacional (ISS) por não honrar seus compromissos. Para melhorar o setor, um dos meios encontrados pela Agência Espacial Brasileira (AEB) foi se esforçar para aumentar a participação da indústria nacional nos projetos espaciais. No ano passado, foi criada a Visiona, fruto da associação da Embraer (51%) com a Telebras (49%). Ela ficará responsável pelo desenvolvimento do primeiro Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC), previsto para ser colocado em órbita em 2015. Investimento no setor espacial brasileiro é muitas vezes centro de críticas num país com outras carências, mas o diretor do Inpe, Leonel Perondi, ressalta que dar recursos à área é fundamental para o desenvolvimento de tecnologias estratégicas em outros segmentos. “Temos que produzir com maior valor agregado. A área espacial é uma área que promove muito a produção de itens mais sofisticados, e o setor é muito importante para qualificar a indústria. Ele poderia ser maior no país, porque o país precisa caminhar mais nessa trilha”, afirma.

cartacapital: programa-espacial-brasileiro

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Programa Espacial Brasileiro

Operação ALMENARA (AL - VLS)

                                                             
                                                                Operação BRASIL


Operação LENCOIS MARANHENSES


                                                        Operação LIVRAMENTO


                                                            Operação BARONESA


                                                            Operação PIRAPEMA


                                                                  Operação CUMÃ