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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Essa é a minha bandeira

Com o título de Odisseia Tupiniquim, a AEB - Agencia Espacial Brasileira divulgou no dia 08 de janeiro de 2014 um mini-documentário onde explicam tudo sobre o nosso Programa Espacial, sim, nós temos um programa espacial, só não há investimentos nele. No vídeo, todas as dúvidas que podemos ter são reveladas pela primeira vez ao longo de nossa história. Mas é com transparência que o Presidente da AEB José Braga Coelho desfaz os mistérios e nos leva a uma viagem pelo universo aeronáutico, desde as instalações em São José dos Campos onde eles trabalham até sua sede em Brasília. Também é abordada a questão Política Internacional, onde assuntos polêmicos são esclarecidos, como o acordo assinado com a ONU pautado em que não temos condições de cuidar da nossa floresta Amazônia. Sim, nós somos capazes peoples!


O principal projeto do nosso programa espacial é o foguete VLS (veículo lançador de satélites). No video eles desmistificam e falam abertamente sobre um grande tabu, a explosão em Alcântara que resultou na morte de 21 cientistas brasileiros e teve o caso arquivado por seguranca nacional. Tema esse que pesquiso há exatamente uma década e me inspirou a escrever a trama do meu primeiro roteiro cinematográfico intitulado de "Alcântara". 

Hoje, dez anos após a maior tragédia que o Brasil já teve o Programa Espacial se mostra pronto para executar missões militares como vigiar a floresta Amazônica de um monstruoso desmatamento, ou meio proporcionar aos cidadãos uma tecnologia mais barata para os meios de telecomunicações, agricultura, previsão do tempo, até mesmo nos proteger de espionagem,e da desmedida violência, tudo através de seus satélites. 

Superados os problemas, a verdade é que se nós cidadãos queremos ter um país evoluído, com saúde, educaçào e cultura, temos a missão de apoiá-los. Com isso o Brasil entrará para o seleto grupo de sete países que se dedicam a desenvolver uma avançada tecnologia aeroespacial. Junte-se a nós queridos "deuses e astronautas" vamos levar essa bandeira mundo afora, afinal o melhor espaço-porto do planeta é nosso!

Obrigada a todos os alquimistas e alquianos que passam por aqui. 
E aos chegam, sejam bem vindos!
Miriam Rezende Gonçalves 

Não deixem de assistir o vídeo, tem apenas 14 minutos e muita informação:

Link do video: Odisseia-Tupiniquim

Leia também: Quem somos nós #alcantaraofilme
Imagem Internet #WAR #INVESTIMENTOSNOSETORESPACIAL 

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Jornal Folha Zona Sul

E nós já estamos dando o que falar, na mídia! 

O jornal carioca FOLHA ZONA SUL publicou nosso projeto em sua úlima edição do ano de 2013. A matéria foi escrita pela jornalista Luciana Lopes para o editor Fabricio Azevedo. Obrigada a toda equipe do jornal e a você leitor do nosso blog espero que gostem. Segue algumas fotos pra vocês. 




Leia Também: STORY

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

FRANÇA é suspeita de ESPIONAGEM no CLA afirma Folha de São Paulo

Domingo, 1 de fevereiro de 2009

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A edição de hoje (1) do jornal Folha de S. Paulo traz uma reportagem ("Bóias" suspeitas cercam base de foguete") do jornalista Leonardo Souza sobre relatório elaborado pela Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) acerca de bóias com transmissores encontradas em praias próximas ao Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão. De acordo com a reportagem, a ABIN está trabalhando "numa perícia mais aprofundada" dos equipamentos encontrados.

Bóias com transmissores VHF e/ou UHF próximas ao CLA já foram apreendidas em três ocasiões, sendo a última em outubro do ano passado. O relatório da ABIN, citado na matéria da Folha, indica que as bóias foram produzidas na Espanha e Japão. Destaca ainda o relatório: "A agência tem monitorado o aparecimento de bóias em intervalos de dois em dois anos, nas praias do CLA. Elas são acionadas por controle remoto via satélite e têm capacidade de enviar, transmitir e medir freqüência, além de possuírem espaço suficiente para abrigarem corpos estranhos; estão equipadas com bateria de longa duração e painel solar".

A íntegra da reportagem da Folha está disponível no clipping de hoje do Comando da Aeronáutica (NOTIMP), que pode ser acessado clicando-se aqui. O monitoramento de lançamentos de foguetes por outros países é freqüente, e ocorre não apenas no Brasil. Vale destacar que o simples monitoramento não significa espionagem ou sabotagem. Na edição 97 de Tecnologia & Defesa, de 2003, foi publicada uma reportagem de minha autoria ("A Tragédia de Alcântara") sobre o acidente com o VLS-1 V03. Eu apontei no texto várias medidas tomadas pelo Comando da Aeronáutica com o objetivo de monitorar e evitar possíveis interferências na operação de lançamento. Vejam abaixo:

Medidas de segurança

A hipótese de sabotagem foi logo considerada pelo Comando da Aeronáutica, embora tenha sido praticamente descartada algumas semanas mais tarde, pois de acordo com a AEB, não haveria possibilidade de alguém de fora da base acionar a corrente elétrica que ignitou o motor. Segundo especialistas da Aeronáutica, para uma pessoa externa influir numa operação tão complexa quanto à de um lançamento espacial, seria preciso conhecer todo o sistema envolvido, as combinações de sigilo para então tentar interferir no processo criando um campo magnético e uma corrente que possa efetivamente iniciar um dispositivo inteiro.

Assim a possibilidade de um ‘hacker’ entrar no sistema é improvável de acontecer, segundo dizem os especialistas, porque o sistema brasileiro de lançamento é operacionalmente independente de qualquer contato com redes de informática, principalmente pela Internet. O sistema de segurança foi desenvolvido por duas empresas brasileiras - a COMPSIS e a Fundação ATECH, não tem ligação com a Internet e não possibilita o acesso via computador. Além disso, a linha de fogo do sistema é aterrada à casamata, na torre de umbilicais. Mesmo que houvesse um acionamento de software dedicado a essa atividade, a operação estaria segura por não estar ligada a computadores e pela proteção física do aterramento na seqüência de emissão de ordens.

Durante os preparativos para a operação São Luís, diversas medidas para assegurar sua realização bem-sucedida foram tomadas. Na área de proteção eletrônica, para dar segurança aos sistemas de operação, controle guiagem do VLS-1, foram utilizadas duas aeronaves R-99, da Força Aérea Brasileira, com a missão de controlar o espectro eletromagnético, em especial nas faixas de freqüência dos radares usados pelo Centro de Lançamentos de Alcântara (CLA) para o rastreamento do veículo, assim como das faixas de freqüências utilizadas pelo sistema de telemetria e telecomando. Duas equipes do Centro Integrado de Guerra Eletrônica (CIGE), do Exército Brasileiro, munidas de pessoal e equipamento especializado para a vigilância de emissões eletrônicas também foram utilizadas. Nas dependências do CLA, uma terceira equipe, composta por engenheiros do CTA, realizou atividades semelhantes a do CIGE. De julho a agosto, período em que as operações foram realizadas, nenhum sinal desconhecido ou hostil foi detectado, seja pelas equipes ou pelas aeronaves.

Para garantir a segurança de embarcações, além de possíveis interferências no decorrer da operação, foram adotadas medidas para restringir o acesso de barcos e navios à zona crítica de lançamento, na Baía de São Marcos, área que separa a cidade de São Luís do Centro de Lançamento de Alcântara, com a utilização de lanchas e navios-patrulha do 4º Distrito Naval, da Marinha Brasileira, e aeronaves P-95 da FAB. No âmbito terrestre, com a finalidade de impedir o acesso de pessoas não autorizadas às áreas críticas de lançamento, foram utilizadas aeronaves e helicópteros da FAB, com a participação do 24º Batalhão de Caçadores do Exército Brasileiro, sediado em São Luís, MA, auxiliando nas patrulhas e controle das estradas e áreas adjacentes ao Centro. Aeronaves T-27 Tucano, destinadas para defesa área, ficaram de prontidão no aeroporto de São Luís, garantindo dessa forma o controle do espaço aéreo durante o período compreendido da janela de lançamento."

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Suspeita de sabotagem fez Brasil investigar FRANCESES em Alcântara revela ABIN em 2013.

05/11/2013 - 03h42 - FONTE FOLHA DE SAO PAULO

Com a suspeita de que era espionado pela França, o Brasil investigou se agentes do serviço secreto francês promoveram ação de sabotagem para explodir a base de lançamento de satélites de Alcântara, no Maranhão. Em 2003, um acidente no local matou 21 pessoas, entre engenheiros e técnicos do CTA (atual Comando-Geral de Tecnologia Aeroespacial), órgão da Aeronáutica.


A Folha obteve documento secreto da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) querevela pelo menos três operações de contraespionagem cujos alvos eram espiões franceses e seus contatos brasileiros e estrangeiros. Houve também monitoramento do serviço de inteligência em órgãos de cooperação e cultura ligados à Embaixada da França. O objetivo era proteger o setor espacial brasileiro da espionagem internacional. A Folha revelou ontem que o governo brasileiro espionou diplomatas de países como Rússia, Irã e EUA. A Presidência afirmou que eram ações de contraespionagem.

O documento obtido pela reportagem evidencia que o Brasil monitorava o que os agentes da Abin descrevem como "rede de espionagem" da DGSE (sigla de Direção-Geral de Segurança Externa, a agência de inteligência da França), ativa no Maranhão e em São Paulo. Um ex-chefe do GSI (Gabinete de Segurança Institucional) confirmou à Folha que o governo sabia da espionagem internacional em Alcântara. Após o acidente, a investigação sobre a eventual sabotagem francesa prosseguiu, conforme disse um ex-dirigente da Abin que pediu para não ser identificado. Apesar das evidências de espionagem francesa, o governo não encontrou provas de sabotagem. Oficialmente, a explosão foi provocada por uma pane elétrica que causou ignição antecipada de um dos propulsores do foguete.

A localização da base brasileira no Maranhão é considerada uma das melhores do mundo para o lançamento de foguetes com satélites comerciais, pela proximidade ao Equador. A estimativa é que os lançamentos de Alcântara economizem até 30% em combustível. Se desse certo, a base de Alcântara (que está sendo reconstruída) se transformaria na única concorrente do Centro Espacial de Kourou, localizado na Guiana Francesa, território que faz fronteira com o Brasil e que pertence ao país europeu.

Conforme documento obtido pela reportagem, ao menos desde 2002 a Abin vigiava a movimentação de espiões franceses em Alcântara. Sob condição de anonimato, um oficial de inteligência que acompanhou o caso disse que um dos alvos era um agente francês do DGSE que se apresentava como Olivier. Ele atuava na região disfarçado de professor de kitesurf, e recrutava informantes na base brasileira. A Abin fotografou o francês e seus contatos.

Os agentes também descrevem no relatório ações para monitorar a rede de espionagem em órgãos como Cendotec (Centro Franco-Brasileiro de Cooperação Técnica e Científica), ligado ao consulado francês em São Paulo, e Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). Até 2003, ao menos oito relatórios de inteligência foram produzidos sobre o caso. Procurada, a embaixada da França não se manifestou.

Fonte: FOLHA DE SAO PAULO

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Desligaram a NASA

Como já é do conhecimento de quase todos que desligaram temporariamente a NASA (National Aeronautics and Space Administration) por conta da paralisação do Governo Americano, aqui vai uma lista com os sites das mais importantes Agências, Centros, Institutos, Comunidades, Comissões e Conselhos Espaciais pelo mundo:



Agência Espacial Federal Russa (RKA)
http://www.roscosmos.ru/
Centro de Controle de Missão da Agência Espacial Federal Russa: http://www.mcc.rsa.ru/

Administração Espacial Nacional Chinesa.
http://www.cnsa.gov.cn/n1081/index.html
http://www.cnsa.gov.cn/n615709/cindex.html

Agência Japonesa de Exploração Aeroespacial (JAXA).
http://www.jaxa.jp/index_e.html
http://www.ijis.iarc.uaf.edu/en/index.htm

Agência Espacial Nacional do Cazaquistão (KOZCOSMOS).
http://kazcosmos.gov.kz/

Agência Espacial Europeia (ESA).
http://www.esa.int/ESA

Centro Aeroespacial Alemão.
http://www.dlr.de/dlr/desktopdefault.aspx/tabid-10002/

Agência Espacial Brasileira (AEB).
http://www.aeb.gov.br/
*Centro de Lançamento de Alcântara-CLA (ou simplesmente, Base de Alcântara)
http://www.cla.aer.mil.br/
*Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI)
http://www.clbi.cta.br/
*Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial(DCTA)
http://www.cta.br/
*Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
http://www.inpe.br/
*Observatório Nacional
http://www.on.br/

Agência Espacial Canadense (CSA)
http://www.asc-csa.gc.ca/eng/Default.asp

Agência Espacial Italiana (ASI).
http://www.asi.it/en

Agência Espacial Nacional da Africa do Sul (SANSA).
http://www.sansa.org.za/

Agência Espacial do Reino Unido (UKSA).
http://www.bis.gov.uk/ukspaceagency

Agência Espacial Nacional do Paquistão(SUPARCO).
www.suparco.gov.pk/index.asp

Agência Espacial da Malásia (ANGKASA)
http://www.angkasa.gov.my/

Centro Espacial Suíço (EPFL).
http://www.space.epfl.ch/
http://www.s-3.ch/en/home

Agência Espacial Nacional da Ucrânia (NSAU).
http://www.nkau.gov.ua/NSAU/nkau.nsf

Agência Espacial Mexicana (AEXA)
http://www.aexa.tv/

Centro Espacial Norueguês (NSC)
http://web.spacecentre.no/eng

Agência Espacial romeno (ROSA).
http://www.rosa.ro/

Organização de Pesquisa Espacial da Índia (ISRO).
http://www.isro.org/

Centro Nacional de Estudos Espaciais (CNES)-França.
http://www.cnes.fr/web/CNES-fr/6919-cnes-tout-sur-l-espace.php

Instituto Holandês de Pesquisas Espaciais (SRON).
http://www.sron.nl/

Instituto de Pesquisa Aeroespacial da Coreia do Sul(KARI)
http://www.kari.re.kr/

Instituto Nacional de Técnica Aeroespacial (INTA)-Espanha.
http://www.inta.es/

Conselho Nacional Espacial da Suécia (SNSB)
http://www.snsb.se/en/

Comissão Nacional de Atividades Espaciais (CONAE)-Argentina.
http://www.conae.gov.ar/index.php/es/

Comunidade Científica e Organização de Pesquisa Industrial (CSIRO)-Austrália.
www.csiro.au

Wikipédia-Lista de agências espaciais:
pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_agências_espaciais

Outras unidades:
http://www.esa.int/SPECIALS/ECSL/SEMXM72VQUD_0.html
http://theknowledgeworld.com/world-of-aerospace/Aerospace.htm

MUITAS OUTRAS INFORMAÇÕES:

Rastreamento da localização da ISS(Estação Espacial Internacional)
em tempo real:
http://www.isstracker.com/

Centros de Controle de Missão no Mundo;
en.wikipedia.org/wiki/Mission_control_center

Programa Cospas-Sarsat Internacional.
Sistema Internacional de Satélites de Busca e Salvamento.
O Programa fornece precisas, oportunas e confiáveis alerta de socorro e dados de localização para ajudar as autoridades na busca e salvamento, assim ajudando as pessoas em perigo.
O objetivo do sistema Cospas-Sarsat é reduzir, tanto quanto possível, os atrasos na prestação de alertas de socorro aos serviços SAR, e o tempo necessário para localizar a angústia e prestar assistência, que têm um impacto direto sobre a probabilidade de sobrevivência das pessoas em perigo no mar ou em terra. http://cospas-sarsat.org/

Russian Space Web.
www.russianspaceweb.com


Fonte: Paulo Sidney

sábado, 21 de setembro de 2013

Entrevista para o site do Humberto Saade

A cineasta Miriam Rezende Gonçalves comemora uma nova fase em sua carreira, a escolha de seus parceiros na produção de seu primeiro longa-metragem “ALCÂNTARA” .


“Alcântara” é um thriller de suspense inspirado no Programa Espacial Brasileiro, que começa uma nova fase de pesquisa e pioneirismo tecnológico com a reconstrução da base de lançamento na cidade de Alcântara no Maranhão. A base espacial foi destruída no acidente que completou 10 anos em agosto e foi relembrado por toda mídia nacional e internacional. A tragédia se trata uma dor pessoal e familiar, ela perdeu um primo no acidente e transformou sua perda em filme.



Mineira, com trajetória considerável, aos 18 anos Miriam foi morar na cidade do Rio de Janeiro e ganhava a vida dando aulas de teatro em uma comunidade carente no leme, chamada Babilônia. Aos 23 anos já trabalhava como produtora na Globo onde fez novelas, minisséries, shows, entre outros. Aos 28 anos levantava a bandeira da poesia ao lado de amigos globais em seu evento literário Contos Inversos. 31 anos foi atrás de novos desafios em São Paulo, em busca de um novo sonho e começou a estudar roteiro. Trabalhou no programa Auto Esporte onde viu pela primeira vez sua idéia no ar com o quadro televisivo “Se Meu Carro Falasse”, que a levou ao programa do “Fantástico”. Sua primeira experiência foi escrever um seriado sobre a médica psiquiatra Nise da Silveira intitulado, “Nise, Guardiã da Loucura”. Durante a pesquisa, juntamente com celebridades e cientistas, viveu a experiência de uma internação dentro de um dos maiores hospícios do país. Agora aos 34 anos, estuda propostas de produtoras interessadas em produzir “Alcântara” fato histórico nunca antes retratado pela cinematografia nacional e conta com a consultoria do roteirista Di Moretti que já escreveu mais de 19 filmes, muitos já consagrados.


CONFIRA A ENTREVISTA EXCLUSIVA DE MIRIAM REZENDE AO NOSSO BLOG:


- COMO O FILME “ALCÂNTARA” PODE TRAZER A TONA UM ASSUNTO NÃO MUITO CONHECIDO PELA SOCIEDADE?

O tema espaço está no inconsciente coletivo da população, quase toda criança já teve um dia o sonho de ser um astronauta, que aliás, no atual momento, acho muito importante fortalecer esse arquétipo de herói para nossos jovens. De uma certa forma nós vamos apenas trazer o assunto espacial a tona, diversas marcas publicitárias estão contribuindo para que isso aconteça, por exemplo, a RED BULL está patrocinando um novo esporte que consiste em saltar da estratosfera terrestre. A nova propaganda da VIVO traz um disco voador para dizer as pessoas que sua tecnologia é avançada. A AXE (desodorante) fez uma promoção onde selecionou 22 pessoas no mundo todo para levar a uma viagem espacial; entre eles dois são brasileiros. A nave londrina VIRGIN GALATIK se prepara para decolar levando celebridades como Angelina Jolie, Brad Pitt, Nick Lauda, Paris Hilton pela quantia de 120 mil libras. O futuro aponta para o céu! RSS Acredito que em menos de um ano, este será o assunto da mesa do café.

- ANTES DO ACIDENTE VOCÊ JÁ ERA ENGAJADA NO TEMA ESPACIAL OU O INTERESSE COMEÇOU APÓS A TRAGÉDIA?

Sempre gostei de olhar para o céu e admirar a lua, quando criança brincava de ver estrelas cadentes cairem e fazia pedidos pra elas. Na adolescência, tinha uma feira de ciências e eu escolhia falar sobre o sistema solar. Mas após a tragédia eu comecei a recortar todas as notícias que saiam sobre o acidente em revistas e jornais, e armazenei uma década de pesquisa.

- O QUE VOCÊ ACREDITA QUE MUDOU NO PROGRAMA ESPACIAL BRASILEIRO NESSES 10 ANOS?

Nada. Ele ficou literalmente parado. Hoje, com a reconstrução da prédio de lançamento (que foi destruído no acidente em 2003 e só ficou pronto agora no final de 2012), o Programa Espacial Brasileiro começa uma nova fase de pesquisa e pioneirismo tecnológico com a reconstrução da base em Alcântara. O Brasil é um país de miséria, é difícil conseguir liberação de verba pra ciência e tecnologia. Mas é muito importante para o crescimento da nação.

- NA ÉPOCA DO ACIDENTE QUESTIONARAM A FALTA DE ESTRUTURA DO BRASIL PARA A REALIZAÇÃO DE UM PROJETO DESSA MAGNITUDE. VOCÊ CONCORDA? ACHA QUE O BRASIL ESTÁ PREPARADO?

Concordo que na época não tínhamos equipamentos de segurança suficiente, aliás, este fato é citado no laudo do acidente que foi feito pelos Russos. Hoje, acredito que o Brasil deve se preparar, nós não temos mais tempo. Precisamos colocar no espaço um satélite próprio, a ONU delimitou “terrenos no céu” e o Brasil precisa defender a parte que lhe cabe. Mas acredito que o mais agravante no momento é que o País está numa situação vulnerável. A comunicação de dados, telefonia, sinais de TV paga e até comunicações militares passam pelo satélite da Embratel, empresa que já foi estatal, mas foi privatizada em 1997. Ela está nas mãos do empresário mexicano Carlos Slim, dono da operadora Claro. Alugamos satélite de uma empresa estrangeira e não temos controle nenhum sobre ele. Isso gera espionagem, uma telefonia muito cara, entre outras coisas.

- COMO SERÁ A ABORDAGEM DO LONGA-METRAGEM? O FOCO PRINCIPAL SERÁ NA NOVA FASE DO PROGRAMA ESPACIAL BRASILEIRO?

O público tem a necessidade de entender o que aconteceu no passado antes de mostrar a nova fase do programa espacial. O enfoque da trama é a dor de uma filha que hoje é astrofísica na Alemanha e volta a sua terra natal, São José dos Campos, através de um intercâmbio pela Universidade Internacional do Espaço disposta a descobrir a verdade por trás da morte de seu pai, engenheiro morto no acidente de 2003. Trabalhamos com este arquétipo universal, pai e filha existem no mundo inteiro e isso nos ajuda a criar um vínculo de identificação. Como plano de fundo da linha narrativa, tem todo o panorama do programa espacial brasileiro e meandros do poder. Com grandes pitadas de suspense, ação, romance, aventura e muito mistério. 
  
- COMO “ALCÂNTARA” PODE DESPERTAR O INTERESSE INTERNACIONAL PARA O PROGRAMA ESPACIAL BRASILEIRO?

Alcântara é o melhor espaço-porto do planeta, porque é o lugar no globo terrestre que está mais próximo a linha do Equador. Isso significa economia 30% a menos de combustível, materiais mais pesados como carga e uma velocidade extra de escape quando o foguete sai da Terra. Essa Penínsunla maranhense é cobiçada a se tronar território internacional sob fortes protestos nacionalistas. A nossa sobrevivência no planeta depende da conquista do espaço, até os experimentos da cura do câncer são feitos na estação espacial pela ausência de microbios. Hoje em Alcântara, temos a Base Militar e em sociedade com o governo da Ucrância (40%) está sendo construída a faraônica Base Civil, Alcântara Cyclone Space, onde em um futuro próximo, qualquer país estrangeiro poderá lançar um foguete desta base. Eu vejo em um filme a melhor forma de divulgação e comunicação com o mundo.

- VOCÊ CITA A POSSIBILIDADE DO FILME TORNAR-SE UM SERIADO DE TV. TEM PREVISÃO PARA OCORRER? 

A tragédia fez 10 anos agora em agosto de 2013 e foi retratada por diversos veículos de mídia como o Fantástico, History Channel, Jornal Hoje, CNN, entre outras, isso despertou a curiosidade de produtores cinematrográficos que durante pesquisas encontraram a fanpage e o blog da publicação do meu projeto na internet. Estou estudando propostas, um desses produtores me garante que em 2015 o filme estará nos cinemas, vamos ver. Quero escolher meus parceiros com muita calma, pois pra mim Alcântara vai além de um filme, é uma causa, uma bandeira, conseguir ajudar a alavancar o programa espacial brasileiro e honrar os 21 heróis, idealistas que perderam precocemente a vida acreditando que o Brasil poderia conquistar o espaço.

LINK: http://www.humbertosaade.com/13902/

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Sinopse Ficcional de Alcântara


Natália, 30 anos, astrofísica, residente em Berlim, volta à sua terra natal disposta a descobrir a verdade sobre o trágico destino de seu pai, Alberto de Almeida, engenheiro mecânico, morto na explosão da base de lançamento de foguetes de Alcântara, em 2003. Natália se recusa a aceitar o resultado final da investigação militar que não teve conclusão e fez o caso ser arquivado por segurança nacional com suspeitas de falha humana, ela tenta fazer justiça e provar que sabotagem e negligência podem ter sido as verdadeiras causas do acidente. Após ser aprovada num programa de intercâmbio da Universidade Internacional do Espaço, ela embarca de volta ao Brasil. Natália tem dois desejos; um, evidente, se tornar uma especialista em projetos aeroespaciais e outro, inconfesso, descobrir a verdade sobre a morte misteriosa de seu pai. Em uma arriscada jornada, recheada de romance, aventura e suspense, ela tenta montar as peças deste perigoso e letal quebra-cabeça.

Arte by Eduardo Gameiro ( Essa imagem ainda não é oficial, apenas um estudo de referência e conceito do projeto).

Leia Também a apresentação do filme: http://alcantaraofilme.blogspot.com.br/2013/05/alcantara.html

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Pauta da reunião entre Obama e Dilma era a Base Espacial de Alcântara.

Vocês sabiam que estava em pauta nesta visita da Presidente do Brasil a assinatura de acordo do uso do Centro de Lançamento de Alcântara? Pra quem não sabe, ALCÂNTARA é o melhor espaço-porto do planeta Terra, e o interesse internacional por nossa Base Espacial cresce a cada dia e agora, oportunamente acreditamos que o Brasil disse não ao Tio San!



BRASÍLIA – A presidente Dilma Rousseff decidiu não viajar para os Estados Unidos em outubro, pois não ficou satisfeita com as explicações sobre a espionagem americana no país. A viagem estava marcada para 23 de outubro. O anúncio oficial será feito ainda hoje. A presidente Dilma e o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, conversaram por telefone ontem durante 20 minutos sobre a revelação de que a agência americana de segurança espionou comunicações de brasileiros, incluindo a própria Dilma e a Petrobras.

A presidente Dilma gostou da conversa telefônica com Obama ontem, mas, mesmo assim, decidiu não viajar porque é preciso deixar muito bem marcada a insatisfação do Brasil com os fatos de que o país foi vítima e com as explicações dadas pelo governo americano. O ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo, que esteve em Washington tratando da espionagem com o governo americano, acompanhou a conversa dos dois presidentes. Até o telefonema, a tendência da presidente era cancelar a viagem, pois a resposta do governo americano aos questionamentos do Brasil sobre o monitoramento das comunicações não convenceu o Palácio do Planalto. Também ontem, Dilma Rousseff confirmou que vai falar da espionagem americana durante o discurso que fará na sessão de abertura da assembleia geral da ONU em Nova York, daqui a uma semana. Em entrevista concedida na sala VIP do Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, Dilma destacou que seu discurso vai salientar a necessidade de se manter a neutralidade da rede mundial de computadores e a proibição de usar a internet para ações de espionagem. Segundo ela, o presidente dos Estados Unidos já foi informado do teor do discurso.

FOTOO Globo

terça-feira, 10 de setembro de 2013

ALK News



#alcantara #alcantaraofilme #programaespacialbrasileiro #herói #astronauta #foguete

Quer investir em Alcântara?
Veja também: Mercado Publicitário aponta para o Espaço.
LINK: http://alcantaraofilme.blogspot.com.br/2013/07/alk.html

domingo, 8 de setembro de 2013

Midiática

Em entrevista recente, a cineasta Miriam Rezende Gonçalves fala de sua nova empreitada, o multi-plataforma e transmídia projeto "Alcântara". 


Foi um bate papo descontraído dividido em duas etapas de entrevistas; a primeira ao vivo para o apresentador Sidney Martins da Rádio Monte Fm. A segunda gravada, para o apresentador Alan Rodrigo da mesma difusora. Miriam fez uma retrospectiva de sua carreira e falou da forma que pretende conduzir "Alcântara" que já tem lançamento previsto para 2016.



"Através desse filme pretendo ajudar meu país a alavancar o programa espacial e honrar os 21 heróis que deram suas vidas por essa causa. O Brasil já tem um astronauta, é importante tornar popular o arquétipo desse herói para jovens e crianças. Este longa-metragem irá contribuir para que estas conquistas sejam valorizadas." 


Veja também: Apresentação do projeto Alcântara.

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Satélite antiespionagem

O governo espera iniciar em outubro a construção do satélite geoestacionário brasileiro, um projeto orçado entre US$ 600 milhões e US$ 660 milhões. A iniciativa, que já estava em andamento, ganhou impulso após as denúncias de que as comunicações de dados do Brasil, inclusive as da presidente da República, estariam sendo monitoradas pelos Estados Unidos. Ele deverá entrar em órbita em 2016.

Hoje, o País está numa situação vulnerável. Comunicação de dados, telefonia, sinais de TV paga e até comunicações militares passam pelo satélite da Embratel, empresa que já foi estatal, mas foi privatizada em 1997. Hoje, está nas mãos do empresário mexicano Carlos Slim, dono da operadora Claro. "Alugamos satélite de uma empresa estrangeira", disse à reportagem o presidente da Telebrás, Caio Bonilha. "Hoje, se tivermos algum problema, não temos controle nenhum sobre ele." Assim, numa situação de guerra, por exemplo, o satélite pode ter sua posição alterada e inviabilizar as comunicações no País.


O governo quer comprar o satélite e a tecnologia. No mês passado, foi escolhido um grupo franco-italiano, o Thales Alenia Space, para fornecer ambos. O satélite vai ser construído pela Visiona, que é uma joint venture entre a Telebrás e a Embraer, que futuramente será uma montadora de satélite. A tecnologia ficará com a Agência Espacial Brasileira (AEB), que vai irradiá-la a partir de um polo em São José dos Campos. Com o novo satélite, pretende também aumentar a segurança das comunicações. Hoje, boa parte dos dados que transitam pelo satélite da Embratel é aberta. Com o novo satélite, os dados passarão pela Telebrás, que vai criptografar tudo antes de enviar para o espaço.

Espião. O equipamento brasileiro também terá dispositivo que desligará terminais não autorizados. Segundo denúncias feitas a partir de documentos divulgados pelo ex-técnico da Agência de Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês) dos Estados Unidos, Edward Snowden, informações podem ter sido coletadas nas comunicações por satélite. Técnicos explicam que não há como "grampear" um satélite, mas um terminal "espião" pode ver tudo o que tenha sito transmitido por outro terminal na mesma área de cobertura e na mesma frequência.

Outro objetivo do satélite brasileiro - que na opinião de Bonilha é o mais importante do ponto de vista social - é levar internet banda larga a todo o País. O equipamento permitirá prover o serviço em áreas onde é difícil chegar com infraestrutura física, como a floresta amazônica. Ao longo deste ano, a Telebrás implantou uma rede de fibra ótica na Esplanada do Ministério. "A rede está lá, basta instalar os equipamentos e ligar os pontos", disse Bonilha, destacando que o equipamento é 100% nacional. Segundo ele, equipamentos estrangeiros, muitas vezes por imposição da legislação no país de origem, precisam ter um "backdoor", literalmente uma porta dos fundos, pela qual podem ser extraídos dados.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Veja também: Presidente Dilma Roussef assina PNAE
LINK: http://alcantaraofilme.blogspot.com.br/2013/03/alk.html

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Luz, Câmera, Ação!

Boa tarde meu povo!

Após repercursão na mídia nacional e internacional sobre os 10 anos do acidente em Alcântara, a curiosidade de alguns produtores foi despertada. Vocês que acompanham o nosso blog e processo de desenvolvimento deste projeto, sabem que nosso foguete estava se preparando para decolagem,  agora começa a entrar em contagem regressiva. Quero divulgar em primeira mão, que já estamos estudando propostas e em breve anunciaremos o co-produtor, produtor associado e distribuidor dessa ambiciosa empreitada da Mirg Filmes. Aguardem!  



Veja também: Angelina Jolie e outros famosos compram viagem espacial.

terça-feira, 21 de maio de 2013

Alcântara


                                                            “ ALCÂNTARA”
                                          Um filme de Miriam Rezende Gonçalves

Apresentação

Carlos Alberto Pedrini, engenheiro mecânico, trabalhava no projeto Veículo Lançador de Satélites da Aeronáutica e morreu misteriosamente. “Alcântara” é o resultado dessa pesquisa que comecei há 9 anos, quando eu e minha família fomos surpreendidos pela notícia da explosão da torre de Lançamento de Alcântara, em 2003. Carlos foi condecorado como HERÓI e recebeu as mais altas comandas que um civil pode receber no país. Carlos era um idealista que perdeu precocemente a vida acreditando que o Brasil poderia conquistar o espaço. Carlos era meu primo e é a ele que dedico este trabalho.

Alcântara – palavra árabe que significa “a ponte” – é uma cidadezinha do estado do Maranhão com localização privilegiada, o lugar mais próximo da linha do Equador. Isso quer dizer que qualquer satélite que saia de suas bases tem uma economia de 30% em seu lançamento. Essa península sempre foi muito disputada e é parte de um projeto para se tornar o melhor espaço-porto do planeta, inclusive cobiçada a se tornar território internacional, sob fortes protestos nacionalistas.

Alcântara é um território cercado de interesses diversos e difusos, alguns públicos e conhecidos, outros ocultos e misteriosos. O Programa Espacial Brasileiro começa uma nova fase de pesquisa e pioneirismo tecnológico com a reconstrução da base de lançamento em Alcântara. Ao lado disso, volta-se a falar do interesse internacional sobre a Amazônia e o controle aéreo da região, através do nebuloso projeto Sivam. (Ex) Quilombolas reivindicam o lugar como altar de seus ancestrais, um solo sagrado que precisa ser vigiado à todo custo. Estudiosos de óvnis, alegam que Alcântara é um porto de embarque e desembarque de objetos voadores não-identificados, com relatos de avistamentos e contatos de 3.º grau e 4.º graus. 

O roteiro dramatúrgico de “Alcântara” é um thriller de suspense que foi selecionado para o “Laboratório de Roteiro de Longa-Metragem”, do dramaturgo cubano Eliseo Altunaga e aprovado para o seminário “Histórias de Roteiristas 2012”, do Núcleo de Audiovisual da Universidade Mackenzie. Esta história é apresentada em formato de longa-metragem com forte potencial para se transformar num seriado especial de TV. Este projeto quer revelar ao  público brasileiro que o país tem um adiantado e sério Programa Espacial que envolve centenas de pessoas, especialistas, técnicos e intelectuais dedicados a desenvolver uma tecnologia própria. Poucas vezes tratado pela cinematografia nacional, o filme quer revelar este universo dos avanços da ciência e da tecnologia aeroespacial brasileira.

Meu Brasil brasileiro.

Nós temos Alcântara! 


Vamos juntos mudar os padrões e trazer um novo conceito de herói para as crianças e jovens do Brasil? 

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Descarga elétrica provocada por um foguete

Muita gente tentou explicar o que continha na foto, mas quase ninguém chegou perto da realidade. A foto abaixo trata-se de uma experiência realizada por uma Universidade dos EUA para entender como se comporta as descargas elétricas provocadas por foguetes.




segunda-feira, 13 de maio de 2013

Alcântara Cyclone Space

Em sociedade com o governo da Ucrânia, governo brasileiro controe Base Espacial Civil ao lado da Base militar brasileira. 

Alcântara Cyclone Space (ACS) é uma empresa pública binacional de capital brasileiro e ucraniano constituída em 31 de agosto de 2006 com o objetivo de comercialização e lançamento de satélites utilizando o Foguete Espacial Ucraniano Cyclone - 4 a partir do Centro de Lançamento de AlcântaraA concretização da criação da empresa foi realizada em 21 de outubro de 2003, na assinatura do Tratado de Cooperação de Longo Prazo na Utilização do Veículo de Lançamento Cyclone-4, onde qualquer país poderá fazer um lançamento através deste foguete.


As negociações entre os dois governos iniciaram-se formalmente em 18 de novembro de 1999, com a assinatura do Acordo-Quadro sobre a Cooperação de Usos Pacíficos do Espaço Exterior. O investimento inicial de cada país foi estipulado em 80 milhões de dólares e que, no caso brasileiro, seria feito pela Empresa Brasielira de Infra-estrutura Aeroportuária (Infraero). Em março de 2009, o Governo brasileiro aumentou o capital financeiro da empresa em 100 milhões de reais, sendo 50 milhões responsabilidade de cada um dos governos.


Nossa equipe esteve visitando a cidade e soubemos da BASE CIVIL (projeto faraônico ainda em construção). Oficializamos um pedido para visitação que não foi autorizado, sob alegação de não sermos cidadãos civis. Constatamos que as obras estão a todo vapor e sendo executadas por duas grandes construtoras; a Camargo Corrêa e a Odebrecth. Alcântara, o melhor espaço-porto do planeta, está prestes a ter duas bases espaciais, uma militar e em breve uma civil. Fizemos estas fotos acima no escritório da Cyclone Space, e agora aguardamos o convite para conhecer o local, afinal, temos a benção da AEB.

Leia também:
http://alcantaraofilme.blogspot.com.br/2013/02/corrida-espacial-10022013-1539-programa.html

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Ministro da Defesa do Canadá reconhece ao menos 4 especies de alienígenas vivendo na Terra

O vídeo no link abaixo foi gravado na audiência pública sobre a revelação dos ufólogos (UFOs). Esta audiência aconteceu em Washington, nos Estados Unidos, do dia 29 de abril a 3 de maio de 2013. Um dos convidados foi Paul Hellyer, ex-ministro da Defesa do Canadá. Existem alguns trechos importantes nas declarações feitas por Paul Hellyer, que esteve à frente do ministério da defesa canadense por 23 anos, durante três diferentes governos. O site Ipitanga.com traduziu alguns trechos fundamentais das declarações de Paul Hellyer e disponibilizou em matéria publicada nesta segunda (6). Aos 2 minutos e 20 segundos, o ex-ministro diz que os “UFOs são tão reais quanto os aviões voando sobre as nossas cabeças”.


 “Esta foi a minha declaração, o que me deu a chance de ser o primeiro líder de primeiro escalão no mundo a fazer esta declaração de uma maneira clara e inequívoca”, afirma Paul Hellyer. Ele continua dizendo que “reconhece ao menos 4 espécies diferentes convivendo conosco neste momento no mundo”.  “Há ETs vivos na terra neste momento, e pelo menos dois deles trabalham com o governo dos Estados Unidos”.

CONFIRA O VÍDEO NO LINK ABAIXO.

Novo esporte

RED BULL STRATOS.
Neste projeto, Felix Baumgartner saltou da estratosfera, numa façanha jamais vista antes. Sua missão inclui a quebra de recordes como o de vôo mais alto a bordo de um balão, o de maior altitude para um salto, o de maior velocidade atingida durante um vôo em queda livre - ultrapassando a barreira do som - e o de maior tempo em queda livre.




Outro grande objetivo do Red Bull Stratos é seu legado científico. Segundo Felix, as descobertas feitas graças a missão serão importantes para o futuro dos programas espaciais, que precisam encontrar maneiras para o escape dos astronautas durante emergências em grandes altitudes.



"Eu fiz um monte de coisas em um negócio onde você tem sorte de continuar vivo, por isso, quando chegar a hora, eu vou estar feliz de passar meu conhecimento adiante e ajudar alguém." 

Felix Baumgartner


LINK VIDEOS: 

Sensacional: youtube.

Site: redbull.

terça-feira, 7 de maio de 2013

Ministério da Defesa confirma existência de Óvnis

O Ministério da Defesa vai liberar para consulta pública em junho documentos classificados como "secretos" ou "ultrasecretos" que envolvem Objetos Voadores Não Identificados (Ovnis), informou ao G1 o coronel Alexandre Spengler, coordenador do Serviço de Informação ao Cidadão da pasta. Segundo ele, entre os documentos que serão disponibilizados estão os da Operação Prato, da Força Aérea Brasileira, classificados como "ultrassecretos". A operação, realizada entre 1977 e 1978, verificou a ocorrência de luzes na região da cidade de Colares, no Pará. Entre os documentos, há relatos de pilotos da FAB sobre as luzes e fotos de radar.


A decisão de divulgar os documentos foi tomada após reunião realizada nesta quinta-feira (18) entre a representantes do Ministério da Defesa e integrantes da Comissão Brasileira de Ufólogos. “É a primeira vez que um Ministério da Defesa de um país senta-se à mesa com ufólogos”, afirmou Ademar Gevaerd, presidente da Comissão Brasileira de Ufólogos. A Grã Bretanha acabou de divulgar arquivos sobre óvnis.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Ministério da Defesa do Brasil vai revelar docs sobre ovnis

O Ministério da Defesa promete revelar, em junho, documentos secretos de uma das maiores operações militares envolvendo objetos voadores não identificados no Brasil. A Operação Prato, de 1977, que levou a Força Aérea Brasileira (FAB) a verificar ocorrências extraordinárias no Pará, produziu um grande volume de material, em relatos, fotografias e vídeos, grande parte secreta até hoje. A decisão foi tomada após reunião com membros da Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU) e representantes das Forças Armadas, no dia 18 de abril.

Documentos

O Brasil é um dos pioneiros na investigação de objetos voadores não identificados. Oficialmente, de 1969 a 1972, a Força Aérea Brasileira teve até um órgão dedicado a esse propósito. Desde a regulamentação da Lei de Acesso à Informação (LAI), alguns documentos da Força Aérea, que relatam eventos de 1950 até 2010, foram liberados. Mas os ufólogos afirmam que grande parte do material produzido nessa busca por óvnis ainda não veio a público. Por isso, eles principiaram, em 2004, uma campanha chamada “UFOs: Liberdade de Informação Já”, com o objetivo de pedir ao governo a liberação desses arquivos.


                                 

Conforme Spengler, a Operação Prato, do Comando da Aeronáutica, é a pasta secreta que faltava revelar. “O último documento sigiloso, e ainda não entregue aos ufólogos, é o da Operação Prato, que poderá ser aberto já em 1º de junho de 2013. Os demais documentos solicitados pelos ufólogos ou não foram encontrados, ou não existiram, ou foram destruídos, como é previsto em lei”, afirma. Ele se refere ao decreto nº 79.099/77, que regulamentava a salvaguarda de documentos sigilosos e permitia sua destruição, assim como dos eventuais termos de destruição, pela autoridade que os elaborou ou por quem detivesse sua custódia.
Operação Prato

Em 1977, a Força Aérea Brasileira deslocou mais de 20 militares para uma operação especial: registrar e verificar ocorrências de luzes hostis e manifestações misteriosas na cidade de Colares, no Pará. Armados com câmeras fotográficas e filmadoras, os agentes não presenciaram nada extraordinário nos dois primeiros meses. Depois, no entanto, de acordo com os relatos, o cenário se alterou completamente: objetos luminosos se movimentando erraticamente, naves maiores do que prédios de 30 andares e depoimentos chocantes da população ribeirinha.

A Operação Prato, como ficou conhecida, resultou em 2 mil páginas de documentos, 500 fotos e 16 horas de filme. Porém quase tudo permanece arquivado, segundo Gevaerd. “Ainda falta 80% do material, centenas de fotos, vídeos que foram registrados, relatórios dos pilotos, que fizeram a perseguição - nada disso foi liberado”, esclarece.

Da liberação

Segundo o art. 45 do Decreto 7.724, de 16 de maio de 2012, que regulamenta a Lei nº 12.527, de 18 de novembro de 2011, as informações desclassificadas nos últimos 12 meses devem ser publicadas, anualmente, até 1º de junho de cada ano. A Comissão Permanente de Avaliação de Documentos Sigilosos (CPADS) do Ministério da Defesa é quem avalia os documentos sigilosos do Ministério da Defesa. “Na reunião do dia 18 de abril de 2013, o representante do Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro (Comdabra) informou que os documentos referentes à Operação Prato (Pará) estão sendo reavaliados por essa Comissão e que poderão perder o sigilo (secreto) já em 1º de junho de 2013”, declara Spengler.

Interesse

A reunião, realizada no dia 18 de abril, foi um marco no diálogo entre ufólogos e militares. “É a primeira vez na história, não só do Brasil, mas do mundo, que o Ministério da Defesa chamou os ufólogos para conversar e expressar os seus pontos de vista. Saímos da reunião sem nenhum documento adicional, mas com a promessa de que eles vão ser liberados”, destaca Gevaerd.

Essa medida atende a um interesse da população, já que a ufologia açula a curiosidade dos terráqueos. Ao todo, houve 107 solicitações de informações sobre óvnis (cinco da administração central do Ministério da Defesa, nove do Comando da Marinha, 26 do Comando do Exército, 65 do Comando da Aeronáutica e dois da Escola Superior de Guerra). "Foi a maior demanda sobre um único assunto recebida pelo Ministério da Defesa", ressalta Spengler.

Fonte: Site TERRA

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