Mostrando postagens com marcador alcantara. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador alcantara. Mostrar todas as postagens

domingo, 9 de março de 2014

MUNDO DA CIENCIA

COMO ATRAIR O ALUNO PARA O MUNDO DAS CIÊNCIAS

Não há dúvidas de que as ciências exatas são imprescindíveis para o desenvolvimento do País. Mas há dificuldade no aprendizado, o que gera desinteresse dos alunos. Como mudar esse cenário?



"Apesar de seu imenso potencial e de sua extrema importância, a Matemática, bem como a Física e a Química, está entre as disciplinas mais temidas pelos alunos. O grau de dificuldade dos conteúdos acaba gerando falta de interesse, que, por sua vez, resulta no baixo nível de aprendizado. Na opinião de Porto, a forma de ensinar pode estar entre as causas desse cenário desanimador. “A matemática pode ser ensinada de maneira menos careta e de forma mais lúdica e muito mais divertida”, considera o matemático. Ele sugere que conteúdos como a teoria dos grafos e o teorema das 4 cores podem ser explorados de maneiras que permitam à criança brincar e, ao mesmo tempo, aprender a pensar. “Há alguns problemas da teoria dos grafos, por exemplo, que podem ser traduzidos em jogos. E o teorema das 4 cores, que pode ser aplicado por meio da atividade de colorir um mapa, é uma brincadeira matemática”, observa. E completa: “A matemática exige um pouco mais, mas se você incentivar as pessoas, ela será compreendida. Dizer que é ruim em matemática é uma questão cultural no Brasil que precisa ser mudada, a pessoa deve se envergonhar de ser ruim em matemática”.

Para Mario Donizete Domingos, gerente de Desenvolvimento de Produtos da Abramundo e curador científico do Instituto Abramundo, não há dúvidas de que a forma de ensinar pode cativar o aluno para a matemática e as demais disciplinas da área de ciências exatas. “Uma estratégia interessante é construir coisas, como [simular] a construção de uma ponte, a molecada adora construir”, comenta. Nesse processo, acrescenta Domingos, podem ser ensinados conceitos de força, resistência e outros pontos relacionados à matemática e à física. Já para ensinar química, ele sugere experimentos com reações químicas na cozinha. “Fazer um pão, ver crescer a massa, é uma reação química, e qualquer criança curte fazer isso”, afirma. Domingos chama a atenção para as novas tecnologias, que também possibilitam situações muito interessantes para o aprendizado das ciências. “Há várias alternativas com computação, robótica, arte e tecnologia e recursos mais avançados, como as impressoras 3D, que atraem a atenção dos alunos”, considera.

O que não dá, na opinião do especialista, é apresentar uma fórmula e mandar o aluno a utilizá-la. “Ninguém aprende com isso”, sentencia. Ele destaca que a matemática é uma linguagem e, como tal, é extremamente necessária para o aprendizado de outras disciplinas como a Física. “Se eu não sei matemática, eu não vou compreender física e também vou ter dificuldade em química e até em outras áreas”, adverte. E acrescenta que a contextualização do conteúdo deve ser voltada a situações do cotidiano dos estudantes. “Uma tela de computador, por exemplo, é uma matriz de pontos, que é um conteúdo do ensino médio. Primeiro os alunos devem olhar essa tela como uma matriz, verificar seu funcionamento e, depois, justificar a utilização prática desse conteúdo”, orienta.

Image: Banco de Imagens Google

Leia mais em: 

LINK FONTE: http://www.todospelaeducacao.org.br/comunicacao-e-midia/educacao-na-midia/29731/como-atrair-o-aluno-para-o-mundo-das-ciencias/

PAZ PARA O QUILOMBO


Conflito quilombola pode estar próximo de ser resolvido

FCP faz reunião para solucionar conflito em Alcântara. Comunidades quilombolas resistem ao estudo de impacto ambiental da área para o lançamento de foguete.


#mirg
#quilombo
#alcantaraofilme
#paz

LINK FONTE: hpalmares.gov.br

sábado, 1 de março de 2014

Pesquisa de Conceito

A protagonista do meu roteiro se chama Natália de Almeida, é astrofísica, brasileira e mora em Berlim. Acho que esta imagem está bem perto do que visualizo pra ela no roteiro de Alcântara. 

O nome dessa moça da foto é Karolina Kurkova e faz parte da minha pesquisa de conceito e referência. Sugestões de atrizes são bem vindas. O que vocês acham? Eu a achei simplesmente cinematográfica.



Leia também: STORY

Karolina Kurkova é uma supermodelo tcheca, nascida quando seu país, a atual República Tcheca - fazia parte da Tchecoslováquia.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Essa é a minha bandeira

Com o título de Odisseia Tupiniquim, a AEB - Agencia Espacial Brasileira divulgou no dia 08 de janeiro de 2014 um mini-documentário onde explicam tudo sobre o nosso Programa Espacial, sim, nós temos um programa espacial, só não há investimentos nele. No vídeo, todas as dúvidas que podemos ter são reveladas pela primeira vez ao longo de nossa história. Mas é com transparência que o Presidente da AEB José Braga Coelho desfaz os mistérios e nos leva a uma viagem pelo universo aeronáutico, desde as instalações em São José dos Campos onde eles trabalham até sua sede em Brasília. Também é abordada a questão Política Internacional, onde assuntos polêmicos são esclarecidos, como o acordo assinado com a ONU pautado em que não temos condições de cuidar da nossa floresta Amazônia. Sim, nós somos capazes peoples!


O principal projeto do nosso programa espacial é o foguete VLS (veículo lançador de satélites). No video eles desmistificam e falam abertamente sobre um grande tabu, a explosão em Alcântara que resultou na morte de 21 cientistas brasileiros e teve o caso arquivado por seguranca nacional. Tema esse que pesquiso há exatamente uma década e me inspirou a escrever a trama do meu primeiro roteiro cinematográfico intitulado de "Alcântara". 

Hoje, dez anos após a maior tragédia que o Brasil já teve o Programa Espacial se mostra pronto para executar missões militares como vigiar a floresta Amazônica de um monstruoso desmatamento, ou meio proporcionar aos cidadãos uma tecnologia mais barata para os meios de telecomunicações, agricultura, previsão do tempo, até mesmo nos proteger de espionagem,e da desmedida violência, tudo através de seus satélites. 

Superados os problemas, a verdade é que se nós cidadãos queremos ter um país evoluído, com saúde, educaçào e cultura, temos a missão de apoiá-los. Com isso o Brasil entrará para o seleto grupo de sete países que se dedicam a desenvolver uma avançada tecnologia aeroespacial. Junte-se a nós queridos "deuses e astronautas" vamos levar essa bandeira mundo afora, afinal o melhor espaço-porto do planeta é nosso!

Obrigada a todos os alquimistas e alquianos que passam por aqui. 
E aos chegam, sejam bem vindos!
Miriam Rezende Gonçalves 

Não deixem de assistir o vídeo, tem apenas 14 minutos e muita informação:

Link do video: Odisseia-Tupiniquim

Leia também: Quem somos nós #alcantaraofilme
Imagem Internet #WAR #INVESTIMENTOSNOSETORESPACIAL 

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Com a palavra o Programa Espacial Brasileiro: Odisseia Tupiniquim

Na boca do povo!

Que honra!! 

Isso sim é um bom estimulo pra começar a semana. Obrigada pelo carinho e reconhecimento, prometo que vou me esforçar para transformar esse roteiro em filme e que ele seja digno e traga algo novo.


Sim, nós temos uma fanpage no facebbok mas o link sumiu aqui do Alq Blog...segue ai!
LINK FANPAGE: ALCANTARA NO FACE CLIQUE AQUI!

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Primeiro carro voador quer chegar ao mercado em 2015

Eu adoraria saber como será que as montadores automobilisticas estão se preparando para isso. Alguém ai poderia nos responder?  Mas vamos relaxar porque o futuro é logo ali em 2015. 

O que você acha disso? Pretencioso demais? 
Comenta ai no link..vem gente #SEEXPRESSE 


Quer fugir ao trânsito do asfalto? Então decore este nome: TF-X. É o primeiro automóvel que circula pela terra e pelo ar tal como os famosos veículos voadores do clássico do cinema Blade Runner. Com um design semelhante a um jato particular, o TF-X tem um motor elétrico, quatro rodas e duas asas que se dobram para que possa ser conduzido como um carro 'normal'. A empresa norte-americana Terrafugia, responsável pela invenção, promete que estará à venda já em 2015. 

O modelo foi desenhado para percorrer longas distâncias tanto por terra como pelo ar, tem uma autonomia de voo de pelo menos 500 quilómetros e pode atingir a velocidade de 200 milhas por hora (cerca de 320 km/h). Quem possuir um TF-X apenas necessita de instalar um programa que indica ao veículo o destino desejado.

Leia  a matéria na integra: EXAME 
Leia também: OSJETSONS - futuro-da-humanidade.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

FRANÇA é suspeita de ESPIONAGEM no CLA afirma Folha de São Paulo

Domingo, 1 de fevereiro de 2009

.
A edição de hoje (1) do jornal Folha de S. Paulo traz uma reportagem ("Bóias" suspeitas cercam base de foguete") do jornalista Leonardo Souza sobre relatório elaborado pela Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) acerca de bóias com transmissores encontradas em praias próximas ao Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão. De acordo com a reportagem, a ABIN está trabalhando "numa perícia mais aprofundada" dos equipamentos encontrados.

Bóias com transmissores VHF e/ou UHF próximas ao CLA já foram apreendidas em três ocasiões, sendo a última em outubro do ano passado. O relatório da ABIN, citado na matéria da Folha, indica que as bóias foram produzidas na Espanha e Japão. Destaca ainda o relatório: "A agência tem monitorado o aparecimento de bóias em intervalos de dois em dois anos, nas praias do CLA. Elas são acionadas por controle remoto via satélite e têm capacidade de enviar, transmitir e medir freqüência, além de possuírem espaço suficiente para abrigarem corpos estranhos; estão equipadas com bateria de longa duração e painel solar".

A íntegra da reportagem da Folha está disponível no clipping de hoje do Comando da Aeronáutica (NOTIMP), que pode ser acessado clicando-se aqui. O monitoramento de lançamentos de foguetes por outros países é freqüente, e ocorre não apenas no Brasil. Vale destacar que o simples monitoramento não significa espionagem ou sabotagem. Na edição 97 de Tecnologia & Defesa, de 2003, foi publicada uma reportagem de minha autoria ("A Tragédia de Alcântara") sobre o acidente com o VLS-1 V03. Eu apontei no texto várias medidas tomadas pelo Comando da Aeronáutica com o objetivo de monitorar e evitar possíveis interferências na operação de lançamento. Vejam abaixo:

Medidas de segurança

A hipótese de sabotagem foi logo considerada pelo Comando da Aeronáutica, embora tenha sido praticamente descartada algumas semanas mais tarde, pois de acordo com a AEB, não haveria possibilidade de alguém de fora da base acionar a corrente elétrica que ignitou o motor. Segundo especialistas da Aeronáutica, para uma pessoa externa influir numa operação tão complexa quanto à de um lançamento espacial, seria preciso conhecer todo o sistema envolvido, as combinações de sigilo para então tentar interferir no processo criando um campo magnético e uma corrente que possa efetivamente iniciar um dispositivo inteiro.

Assim a possibilidade de um ‘hacker’ entrar no sistema é improvável de acontecer, segundo dizem os especialistas, porque o sistema brasileiro de lançamento é operacionalmente independente de qualquer contato com redes de informática, principalmente pela Internet. O sistema de segurança foi desenvolvido por duas empresas brasileiras - a COMPSIS e a Fundação ATECH, não tem ligação com a Internet e não possibilita o acesso via computador. Além disso, a linha de fogo do sistema é aterrada à casamata, na torre de umbilicais. Mesmo que houvesse um acionamento de software dedicado a essa atividade, a operação estaria segura por não estar ligada a computadores e pela proteção física do aterramento na seqüência de emissão de ordens.

Durante os preparativos para a operação São Luís, diversas medidas para assegurar sua realização bem-sucedida foram tomadas. Na área de proteção eletrônica, para dar segurança aos sistemas de operação, controle guiagem do VLS-1, foram utilizadas duas aeronaves R-99, da Força Aérea Brasileira, com a missão de controlar o espectro eletromagnético, em especial nas faixas de freqüência dos radares usados pelo Centro de Lançamentos de Alcântara (CLA) para o rastreamento do veículo, assim como das faixas de freqüências utilizadas pelo sistema de telemetria e telecomando. Duas equipes do Centro Integrado de Guerra Eletrônica (CIGE), do Exército Brasileiro, munidas de pessoal e equipamento especializado para a vigilância de emissões eletrônicas também foram utilizadas. Nas dependências do CLA, uma terceira equipe, composta por engenheiros do CTA, realizou atividades semelhantes a do CIGE. De julho a agosto, período em que as operações foram realizadas, nenhum sinal desconhecido ou hostil foi detectado, seja pelas equipes ou pelas aeronaves.

Para garantir a segurança de embarcações, além de possíveis interferências no decorrer da operação, foram adotadas medidas para restringir o acesso de barcos e navios à zona crítica de lançamento, na Baía de São Marcos, área que separa a cidade de São Luís do Centro de Lançamento de Alcântara, com a utilização de lanchas e navios-patrulha do 4º Distrito Naval, da Marinha Brasileira, e aeronaves P-95 da FAB. No âmbito terrestre, com a finalidade de impedir o acesso de pessoas não autorizadas às áreas críticas de lançamento, foram utilizadas aeronaves e helicópteros da FAB, com a participação do 24º Batalhão de Caçadores do Exército Brasileiro, sediado em São Luís, MA, auxiliando nas patrulhas e controle das estradas e áreas adjacentes ao Centro. Aeronaves T-27 Tucano, destinadas para defesa área, ficaram de prontidão no aeroporto de São Luís, garantindo dessa forma o controle do espaço aéreo durante o período compreendido da janela de lançamento."

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Suspeita de sabotagem fez Brasil investigar FRANCESES em Alcântara revela ABIN em 2013.

05/11/2013 - 03h42 - FONTE FOLHA DE SAO PAULO

Com a suspeita de que era espionado pela França, o Brasil investigou se agentes do serviço secreto francês promoveram ação de sabotagem para explodir a base de lançamento de satélites de Alcântara, no Maranhão. Em 2003, um acidente no local matou 21 pessoas, entre engenheiros e técnicos do CTA (atual Comando-Geral de Tecnologia Aeroespacial), órgão da Aeronáutica.


A Folha obteve documento secreto da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) querevela pelo menos três operações de contraespionagem cujos alvos eram espiões franceses e seus contatos brasileiros e estrangeiros. Houve também monitoramento do serviço de inteligência em órgãos de cooperação e cultura ligados à Embaixada da França. O objetivo era proteger o setor espacial brasileiro da espionagem internacional. A Folha revelou ontem que o governo brasileiro espionou diplomatas de países como Rússia, Irã e EUA. A Presidência afirmou que eram ações de contraespionagem.

O documento obtido pela reportagem evidencia que o Brasil monitorava o que os agentes da Abin descrevem como "rede de espionagem" da DGSE (sigla de Direção-Geral de Segurança Externa, a agência de inteligência da França), ativa no Maranhão e em São Paulo. Um ex-chefe do GSI (Gabinete de Segurança Institucional) confirmou à Folha que o governo sabia da espionagem internacional em Alcântara. Após o acidente, a investigação sobre a eventual sabotagem francesa prosseguiu, conforme disse um ex-dirigente da Abin que pediu para não ser identificado. Apesar das evidências de espionagem francesa, o governo não encontrou provas de sabotagem. Oficialmente, a explosão foi provocada por uma pane elétrica que causou ignição antecipada de um dos propulsores do foguete.

A localização da base brasileira no Maranhão é considerada uma das melhores do mundo para o lançamento de foguetes com satélites comerciais, pela proximidade ao Equador. A estimativa é que os lançamentos de Alcântara economizem até 30% em combustível. Se desse certo, a base de Alcântara (que está sendo reconstruída) se transformaria na única concorrente do Centro Espacial de Kourou, localizado na Guiana Francesa, território que faz fronteira com o Brasil e que pertence ao país europeu.

Conforme documento obtido pela reportagem, ao menos desde 2002 a Abin vigiava a movimentação de espiões franceses em Alcântara. Sob condição de anonimato, um oficial de inteligência que acompanhou o caso disse que um dos alvos era um agente francês do DGSE que se apresentava como Olivier. Ele atuava na região disfarçado de professor de kitesurf, e recrutava informantes na base brasileira. A Abin fotografou o francês e seus contatos.

Os agentes também descrevem no relatório ações para monitorar a rede de espionagem em órgãos como Cendotec (Centro Franco-Brasileiro de Cooperação Técnica e Científica), ligado ao consulado francês em São Paulo, e Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). Até 2003, ao menos oito relatórios de inteligência foram produzidos sobre o caso. Procurada, a embaixada da França não se manifestou.

Fonte: FOLHA DE SAO PAULO