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terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Operação São Luis: Laudo técnico faz revelações surpreendentes sobre a explosão com o VLS em Alcântara

Primeira mão: 

Dez anos depois, aparece novo laudo técnico que desvenda um acidente que foi notícia do mundo inteiro: A explosão na base espacial de Alcântara no estado do Maranhão que vitimou a nata dos cientistas brasileiros pode ter sido SABOTADA! 

Recebemos dois comentários aqui no blog  um deles está nesse link Story e o outro comentario neste link EY. Seguimos as coordenadas e encontramos um dossiê publicado na web. Após conversar com diversos especialistas, eu, Miriam Rezende Gonçalves, editora desse BLOG decidi publicar o material. Pretendo através da minha atitude apenas debater os fatos, colocar em discussão, poder falar abertamente sobre as coisas, vamos sair dessa ditadura da fala e tentar respeitar uns aos outros. Então vale lembrar que estou aqui não para julgar, sou jornalista, não trabalho na Onu e nem na Policia Federal. E vamos respeitar o curriculum do técnico.

Analisado e aprovado o material está publicado. Compartilhamos com vocês a analise técnica feita pelo renomado Henrique Emiliano Leite, um laudo detalhado que ele defende ser a verdade sobre o acidente com o foguete VLS. Este crime resultou na morte de 21 cientistas brasileiros e é em torno deste fato que gira a trama do roteiro de FICÇÃO cinematográfica INSPIRADO em fatos reais ao qual me dedico a escrever. #alcantaraofilme

Análise Técnica do Relatório da Investigação do Acidente Ocorrido com o VLS-1 V03, em 22 de agosto de 2003, em Alcântara, Maranhão.


LINK Relatório: http://dallapiazza.wordpress.com/
#DALLAPIAZZA

Leia também: FOLHA SP - suspeita-de-espionagem-no-cla.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

FRANÇA é suspeita de ESPIONAGEM no CLA afirma Folha de São Paulo

Domingo, 1 de fevereiro de 2009

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A edição de hoje (1) do jornal Folha de S. Paulo traz uma reportagem ("Bóias" suspeitas cercam base de foguete") do jornalista Leonardo Souza sobre relatório elaborado pela Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) acerca de bóias com transmissores encontradas em praias próximas ao Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão. De acordo com a reportagem, a ABIN está trabalhando "numa perícia mais aprofundada" dos equipamentos encontrados.

Bóias com transmissores VHF e/ou UHF próximas ao CLA já foram apreendidas em três ocasiões, sendo a última em outubro do ano passado. O relatório da ABIN, citado na matéria da Folha, indica que as bóias foram produzidas na Espanha e Japão. Destaca ainda o relatório: "A agência tem monitorado o aparecimento de bóias em intervalos de dois em dois anos, nas praias do CLA. Elas são acionadas por controle remoto via satélite e têm capacidade de enviar, transmitir e medir freqüência, além de possuírem espaço suficiente para abrigarem corpos estranhos; estão equipadas com bateria de longa duração e painel solar".

A íntegra da reportagem da Folha está disponível no clipping de hoje do Comando da Aeronáutica (NOTIMP), que pode ser acessado clicando-se aqui. O monitoramento de lançamentos de foguetes por outros países é freqüente, e ocorre não apenas no Brasil. Vale destacar que o simples monitoramento não significa espionagem ou sabotagem. Na edição 97 de Tecnologia & Defesa, de 2003, foi publicada uma reportagem de minha autoria ("A Tragédia de Alcântara") sobre o acidente com o VLS-1 V03. Eu apontei no texto várias medidas tomadas pelo Comando da Aeronáutica com o objetivo de monitorar e evitar possíveis interferências na operação de lançamento. Vejam abaixo:

Medidas de segurança

A hipótese de sabotagem foi logo considerada pelo Comando da Aeronáutica, embora tenha sido praticamente descartada algumas semanas mais tarde, pois de acordo com a AEB, não haveria possibilidade de alguém de fora da base acionar a corrente elétrica que ignitou o motor. Segundo especialistas da Aeronáutica, para uma pessoa externa influir numa operação tão complexa quanto à de um lançamento espacial, seria preciso conhecer todo o sistema envolvido, as combinações de sigilo para então tentar interferir no processo criando um campo magnético e uma corrente que possa efetivamente iniciar um dispositivo inteiro.

Assim a possibilidade de um ‘hacker’ entrar no sistema é improvável de acontecer, segundo dizem os especialistas, porque o sistema brasileiro de lançamento é operacionalmente independente de qualquer contato com redes de informática, principalmente pela Internet. O sistema de segurança foi desenvolvido por duas empresas brasileiras - a COMPSIS e a Fundação ATECH, não tem ligação com a Internet e não possibilita o acesso via computador. Além disso, a linha de fogo do sistema é aterrada à casamata, na torre de umbilicais. Mesmo que houvesse um acionamento de software dedicado a essa atividade, a operação estaria segura por não estar ligada a computadores e pela proteção física do aterramento na seqüência de emissão de ordens.

Durante os preparativos para a operação São Luís, diversas medidas para assegurar sua realização bem-sucedida foram tomadas. Na área de proteção eletrônica, para dar segurança aos sistemas de operação, controle guiagem do VLS-1, foram utilizadas duas aeronaves R-99, da Força Aérea Brasileira, com a missão de controlar o espectro eletromagnético, em especial nas faixas de freqüência dos radares usados pelo Centro de Lançamentos de Alcântara (CLA) para o rastreamento do veículo, assim como das faixas de freqüências utilizadas pelo sistema de telemetria e telecomando. Duas equipes do Centro Integrado de Guerra Eletrônica (CIGE), do Exército Brasileiro, munidas de pessoal e equipamento especializado para a vigilância de emissões eletrônicas também foram utilizadas. Nas dependências do CLA, uma terceira equipe, composta por engenheiros do CTA, realizou atividades semelhantes a do CIGE. De julho a agosto, período em que as operações foram realizadas, nenhum sinal desconhecido ou hostil foi detectado, seja pelas equipes ou pelas aeronaves.

Para garantir a segurança de embarcações, além de possíveis interferências no decorrer da operação, foram adotadas medidas para restringir o acesso de barcos e navios à zona crítica de lançamento, na Baía de São Marcos, área que separa a cidade de São Luís do Centro de Lançamento de Alcântara, com a utilização de lanchas e navios-patrulha do 4º Distrito Naval, da Marinha Brasileira, e aeronaves P-95 da FAB. No âmbito terrestre, com a finalidade de impedir o acesso de pessoas não autorizadas às áreas críticas de lançamento, foram utilizadas aeronaves e helicópteros da FAB, com a participação do 24º Batalhão de Caçadores do Exército Brasileiro, sediado em São Luís, MA, auxiliando nas patrulhas e controle das estradas e áreas adjacentes ao Centro. Aeronaves T-27 Tucano, destinadas para defesa área, ficaram de prontidão no aeroporto de São Luís, garantindo dessa forma o controle do espaço aéreo durante o período compreendido da janela de lançamento."

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Na boca do povo!

Muita gratidão ao renomado jornalista Luis Erlanger que divulgou nosso blog em sua página do facebook. Fica o registro.  




segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Rede Globo, Ovnis e a Força Aerea Brasileira

Ana Maria Braga anda doida para ser abduzida. Terça-feira passada ela esqueceu momentaneamente as receitas de bolinhos de carne e a vida das celebridades, e dedicou o programa “Mais Você” aos objetos voadores não identificados. Toda empolgada, a loira recebeu um ufólogo e comentou os documentos do Ministério da Aeronáutica, recentemente liberados para consulta. A apresentadora contou que seu sonho é ser capturada por alienígenas e levada para outra galáxia. Mas não conseguiu o apoio do Louro José, que se recusou a entrar em uma fria dessas. Essa conversa de discos voadores e alienígenas nunca sai de moda. Quando eu era criança eles estavam em toda a parte. Nos filmes, nas histórias em quadrinhos e nos álbuns de figurinhas, como o “Conquistas Modernas” aí da foto, que é de 1960. O artista que fez a colorida capa imaginou uma batalha entre humanos e alienígenas. Com um jato Douglas X-3 Stilleto explodindo um colorido Ovni. Na vida real esse tipo de encontro foi bem mais pacífico do que imaginava a ficção. E aconteceu no Brasil, e não no espaço sideral.


Em 1986 eu era um jornalista recém-formado, trabalhando no diário de maior prestígio do Rio de Janeiro. Ele mesmo, o falecido Jornal do Brasil (JB). Na noite de 19 de maio daquele ano, 21 objetos estranhos foram detectados sobre o Brasil, no céu em torno de São José dos Campos. O então coronel Ozires Silva viajava para o Rio de Janeiro em um avião bimotor e teve contato visual com as luzes. Que eram amarelas e se deslocavam com velocidade supersônica. Caças F-5 do Campo dos Afonsos, no Rio, e os Mirage de Anapolis, no Planalto Central, foram acionados. E não conseguiram alcançar os objetos. Na época, o Ministro da Aeronáutica, brigadeiro Octávio Moreira Lima, prometeu um relatório oficial sobre o incidente, no máximo em 30 dias. Na verdade o documento, que só foi liberado no ano passado e estava nas mãos da Ana Maria Braga, mostra uma reprodução das telas de radar do Cindacta, com os contatos de radar marcados. E conclui que o movimento dos objetos, voando em formação com os caças da FAB, indica que eram controlados por algum tipo de inteligência.

Na época escrevi uma matéria para o JB comparando o caso brasileiro com outro idêntico, que aconteceu em Washington, em 1952. Nos dois casos a presença de objetos luminosos foi detectada no radar, e visualmente, por pilotos de aeronaves civis que se aproximavam da capital americana. O governo enviou caças subsônicos, os F-94 Starfire, para perseguir os Ovnis, que estavam muito perto do corredor restrito da Casa Branca. Como no caso brasileiro, a perseguição foi infrutífera. Os pilotos relataram luzes azuis voando em velocidade hipersônica. E a coisa toda foi atribuída a uma suposta inversão térmica. Que poderia explicar os contatos de radar, mas não as luzes brincando de pique com os aviões de caça. Sem importância.

O fato é que depois de meio século de “avistamentos” ninguém dá muita importância aos misteriosos Ovnis. Nem a Rede Globo, com 25 quilos de documentos secretos da FAB, relatando a presença de objetos estranhos nos céus do Brasil, de 1952 a 2010. A equipe de jornalismo podia ter feito uma bela matéria para o Fantástico ou o Jornal Nacional. Mas preferiram entregar tudo para a Ana Maria Braga.

Afinal, os arruaceiros destruindo ônibus e agências bancárias fazem muito mais barulho do que os discretos discos voadores. Que continuam andando por aí, junto com os aviões de carreira. Pessoas como a Ana Maria Braga sonham com um contato imediato de terceiro grau. Com os alienígenas pousando e convidando os humanos para embarcarem em suas luminosas espaçonaves. Mas o fato de eles manterem distância de nós é uma prova de que existe inteligência lá em cima.

Algo que ainda não foi comprovado aqui em baixo.

FONTE: Diário do Vale (RJ)
LINK FONTE: Força Aerea Brasileira, Aeronáutica

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Alcântara é o assunto do futuro!

Você acha importante investir no setor Aeroespacial e de Defesa? Então vote no Blog do Planalto: Segundo o blog, esse plano investirá R$ 32,9 bilhões para impulsionar a inovação tecnológica, a produtividade e a competitividade em diversos setores da economia. 


A enquete está na página inicial do Blog do Planalto, no parte inferior da coluna da direita (é necessário correr a página para ver). Lá, está a pergunta sobre qual setor “é o mais importante” para o Plano Inova Empresa investir. No momento de publicação desta matéria (16h55 de 10 de outubro de 2013), o setor Aeroespacial e de Defesa era o segundo mais votado, com 16% dos votos – pouco mais do que o terceiro e do quarto (setor de Tecnologia da Informação e Comunicação e setor de Sustentabilidade Socioambiental).

Esses 16% já representam o dobro do que muitos consideram o salvador da pátria e grande responsável, muitas vezes, pelo crescimento da economia brasileira, que é o setor de Agropecuária, e quatro vezes mais do que o setor de Petróleo e Gás, muitas vezes mostrado como o salvador da pátria do futuro, com o Pré-Sal. O mais votado até agora foi o setor de saúde, que tem 40% dos votos.

Você acha importante investir no setor Aeroespacial e de Defesa? Então mostre, votando na enquete!

Colaborou: Baschera

VOTEM NO SETOR AEROESPACIAL 
LINK FONTE: http://www.aereo.jor.br


sábado, 21 de setembro de 2013

Entrevista para o site do Humberto Saade

A cineasta Miriam Rezende Gonçalves comemora uma nova fase em sua carreira, a escolha de seus parceiros na produção de seu primeiro longa-metragem “ALCÂNTARA” .


“Alcântara” é um thriller de suspense inspirado no Programa Espacial Brasileiro, que começa uma nova fase de pesquisa e pioneirismo tecnológico com a reconstrução da base de lançamento na cidade de Alcântara no Maranhão. A base espacial foi destruída no acidente que completou 10 anos em agosto e foi relembrado por toda mídia nacional e internacional. A tragédia se trata uma dor pessoal e familiar, ela perdeu um primo no acidente e transformou sua perda em filme.



Mineira, com trajetória considerável, aos 18 anos Miriam foi morar na cidade do Rio de Janeiro e ganhava a vida dando aulas de teatro em uma comunidade carente no leme, chamada Babilônia. Aos 23 anos já trabalhava como produtora na Globo onde fez novelas, minisséries, shows, entre outros. Aos 28 anos levantava a bandeira da poesia ao lado de amigos globais em seu evento literário Contos Inversos. 31 anos foi atrás de novos desafios em São Paulo, em busca de um novo sonho e começou a estudar roteiro. Trabalhou no programa Auto Esporte onde viu pela primeira vez sua idéia no ar com o quadro televisivo “Se Meu Carro Falasse”, que a levou ao programa do “Fantástico”. Sua primeira experiência foi escrever um seriado sobre a médica psiquiatra Nise da Silveira intitulado, “Nise, Guardiã da Loucura”. Durante a pesquisa, juntamente com celebridades e cientistas, viveu a experiência de uma internação dentro de um dos maiores hospícios do país. Agora aos 34 anos, estuda propostas de produtoras interessadas em produzir “Alcântara” fato histórico nunca antes retratado pela cinematografia nacional e conta com a consultoria do roteirista Di Moretti que já escreveu mais de 19 filmes, muitos já consagrados.


CONFIRA A ENTREVISTA EXCLUSIVA DE MIRIAM REZENDE AO NOSSO BLOG:


- COMO O FILME “ALCÂNTARA” PODE TRAZER A TONA UM ASSUNTO NÃO MUITO CONHECIDO PELA SOCIEDADE?

O tema espaço está no inconsciente coletivo da população, quase toda criança já teve um dia o sonho de ser um astronauta, que aliás, no atual momento, acho muito importante fortalecer esse arquétipo de herói para nossos jovens. De uma certa forma nós vamos apenas trazer o assunto espacial a tona, diversas marcas publicitárias estão contribuindo para que isso aconteça, por exemplo, a RED BULL está patrocinando um novo esporte que consiste em saltar da estratosfera terrestre. A nova propaganda da VIVO traz um disco voador para dizer as pessoas que sua tecnologia é avançada. A AXE (desodorante) fez uma promoção onde selecionou 22 pessoas no mundo todo para levar a uma viagem espacial; entre eles dois são brasileiros. A nave londrina VIRGIN GALATIK se prepara para decolar levando celebridades como Angelina Jolie, Brad Pitt, Nick Lauda, Paris Hilton pela quantia de 120 mil libras. O futuro aponta para o céu! RSS Acredito que em menos de um ano, este será o assunto da mesa do café.

- ANTES DO ACIDENTE VOCÊ JÁ ERA ENGAJADA NO TEMA ESPACIAL OU O INTERESSE COMEÇOU APÓS A TRAGÉDIA?

Sempre gostei de olhar para o céu e admirar a lua, quando criança brincava de ver estrelas cadentes cairem e fazia pedidos pra elas. Na adolescência, tinha uma feira de ciências e eu escolhia falar sobre o sistema solar. Mas após a tragédia eu comecei a recortar todas as notícias que saiam sobre o acidente em revistas e jornais, e armazenei uma década de pesquisa.

- O QUE VOCÊ ACREDITA QUE MUDOU NO PROGRAMA ESPACIAL BRASILEIRO NESSES 10 ANOS?

Nada. Ele ficou literalmente parado. Hoje, com a reconstrução da prédio de lançamento (que foi destruído no acidente em 2003 e só ficou pronto agora no final de 2012), o Programa Espacial Brasileiro começa uma nova fase de pesquisa e pioneirismo tecnológico com a reconstrução da base em Alcântara. O Brasil é um país de miséria, é difícil conseguir liberação de verba pra ciência e tecnologia. Mas é muito importante para o crescimento da nação.

- NA ÉPOCA DO ACIDENTE QUESTIONARAM A FALTA DE ESTRUTURA DO BRASIL PARA A REALIZAÇÃO DE UM PROJETO DESSA MAGNITUDE. VOCÊ CONCORDA? ACHA QUE O BRASIL ESTÁ PREPARADO?

Concordo que na época não tínhamos equipamentos de segurança suficiente, aliás, este fato é citado no laudo do acidente que foi feito pelos Russos. Hoje, acredito que o Brasil deve se preparar, nós não temos mais tempo. Precisamos colocar no espaço um satélite próprio, a ONU delimitou “terrenos no céu” e o Brasil precisa defender a parte que lhe cabe. Mas acredito que o mais agravante no momento é que o País está numa situação vulnerável. A comunicação de dados, telefonia, sinais de TV paga e até comunicações militares passam pelo satélite da Embratel, empresa que já foi estatal, mas foi privatizada em 1997. Ela está nas mãos do empresário mexicano Carlos Slim, dono da operadora Claro. Alugamos satélite de uma empresa estrangeira e não temos controle nenhum sobre ele. Isso gera espionagem, uma telefonia muito cara, entre outras coisas.

- COMO SERÁ A ABORDAGEM DO LONGA-METRAGEM? O FOCO PRINCIPAL SERÁ NA NOVA FASE DO PROGRAMA ESPACIAL BRASILEIRO?

O público tem a necessidade de entender o que aconteceu no passado antes de mostrar a nova fase do programa espacial. O enfoque da trama é a dor de uma filha que hoje é astrofísica na Alemanha e volta a sua terra natal, São José dos Campos, através de um intercâmbio pela Universidade Internacional do Espaço disposta a descobrir a verdade por trás da morte de seu pai, engenheiro morto no acidente de 2003. Trabalhamos com este arquétipo universal, pai e filha existem no mundo inteiro e isso nos ajuda a criar um vínculo de identificação. Como plano de fundo da linha narrativa, tem todo o panorama do programa espacial brasileiro e meandros do poder. Com grandes pitadas de suspense, ação, romance, aventura e muito mistério. 
  
- COMO “ALCÂNTARA” PODE DESPERTAR O INTERESSE INTERNACIONAL PARA O PROGRAMA ESPACIAL BRASILEIRO?

Alcântara é o melhor espaço-porto do planeta, porque é o lugar no globo terrestre que está mais próximo a linha do Equador. Isso significa economia 30% a menos de combustível, materiais mais pesados como carga e uma velocidade extra de escape quando o foguete sai da Terra. Essa Penínsunla maranhense é cobiçada a se tronar território internacional sob fortes protestos nacionalistas. A nossa sobrevivência no planeta depende da conquista do espaço, até os experimentos da cura do câncer são feitos na estação espacial pela ausência de microbios. Hoje em Alcântara, temos a Base Militar e em sociedade com o governo da Ucrância (40%) está sendo construída a faraônica Base Civil, Alcântara Cyclone Space, onde em um futuro próximo, qualquer país estrangeiro poderá lançar um foguete desta base. Eu vejo em um filme a melhor forma de divulgação e comunicação com o mundo.

- VOCÊ CITA A POSSIBILIDADE DO FILME TORNAR-SE UM SERIADO DE TV. TEM PREVISÃO PARA OCORRER? 

A tragédia fez 10 anos agora em agosto de 2013 e foi retratada por diversos veículos de mídia como o Fantástico, History Channel, Jornal Hoje, CNN, entre outras, isso despertou a curiosidade de produtores cinematrográficos que durante pesquisas encontraram a fanpage e o blog da publicação do meu projeto na internet. Estou estudando propostas, um desses produtores me garante que em 2015 o filme estará nos cinemas, vamos ver. Quero escolher meus parceiros com muita calma, pois pra mim Alcântara vai além de um filme, é uma causa, uma bandeira, conseguir ajudar a alavancar o programa espacial brasileiro e honrar os 21 heróis, idealistas que perderam precocemente a vida acreditando que o Brasil poderia conquistar o espaço.

LINK: http://www.humbertosaade.com/13902/

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Sinopse Ficcional de Alcântara


Natália, 30 anos, astrofísica, residente em Berlim, volta à sua terra natal disposta a descobrir a verdade sobre o trágico destino de seu pai, Alberto de Almeida, engenheiro mecânico, morto na explosão da base de lançamento de foguetes de Alcântara, em 2003. Natália se recusa a aceitar o resultado final da investigação militar que não teve conclusão e fez o caso ser arquivado por segurança nacional com suspeitas de falha humana, ela tenta fazer justiça e provar que sabotagem e negligência podem ter sido as verdadeiras causas do acidente. Após ser aprovada num programa de intercâmbio da Universidade Internacional do Espaço, ela embarca de volta ao Brasil. Natália tem dois desejos; um, evidente, se tornar uma especialista em projetos aeroespaciais e outro, inconfesso, descobrir a verdade sobre a morte misteriosa de seu pai. Em uma arriscada jornada, recheada de romance, aventura e suspense, ela tenta montar as peças deste perigoso e letal quebra-cabeça.

Arte by Eduardo Gameiro ( Essa imagem ainda não é oficial, apenas um estudo de referência e conceito do projeto).

Leia Também a apresentação do filme: http://alcantaraofilme.blogspot.com.br/2013/05/alcantara.html

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Pauta da reunião entre Obama e Dilma era a Base Espacial de Alcântara.

Vocês sabiam que estava em pauta nesta visita da Presidente do Brasil a assinatura de acordo do uso do Centro de Lançamento de Alcântara? Pra quem não sabe, ALCÂNTARA é o melhor espaço-porto do planeta Terra, e o interesse internacional por nossa Base Espacial cresce a cada dia e agora, oportunamente acreditamos que o Brasil disse não ao Tio San!



BRASÍLIA – A presidente Dilma Rousseff decidiu não viajar para os Estados Unidos em outubro, pois não ficou satisfeita com as explicações sobre a espionagem americana no país. A viagem estava marcada para 23 de outubro. O anúncio oficial será feito ainda hoje. A presidente Dilma e o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, conversaram por telefone ontem durante 20 minutos sobre a revelação de que a agência americana de segurança espionou comunicações de brasileiros, incluindo a própria Dilma e a Petrobras.

A presidente Dilma gostou da conversa telefônica com Obama ontem, mas, mesmo assim, decidiu não viajar porque é preciso deixar muito bem marcada a insatisfação do Brasil com os fatos de que o país foi vítima e com as explicações dadas pelo governo americano. O ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo, que esteve em Washington tratando da espionagem com o governo americano, acompanhou a conversa dos dois presidentes. Até o telefonema, a tendência da presidente era cancelar a viagem, pois a resposta do governo americano aos questionamentos do Brasil sobre o monitoramento das comunicações não convenceu o Palácio do Planalto. Também ontem, Dilma Rousseff confirmou que vai falar da espionagem americana durante o discurso que fará na sessão de abertura da assembleia geral da ONU em Nova York, daqui a uma semana. Em entrevista concedida na sala VIP do Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, Dilma destacou que seu discurso vai salientar a necessidade de se manter a neutralidade da rede mundial de computadores e a proibição de usar a internet para ações de espionagem. Segundo ela, o presidente dos Estados Unidos já foi informado do teor do discurso.

FOTOO Globo

terça-feira, 21 de maio de 2013

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Descarga elétrica provocada por um foguete

Muita gente tentou explicar o que continha na foto, mas quase ninguém chegou perto da realidade. A foto abaixo trata-se de uma experiência realizada por uma Universidade dos EUA para entender como se comporta as descargas elétricas provocadas por foguetes.




segunda-feira, 6 de maio de 2013

Ministério da Defesa do Brasil vai revelar docs sobre ovnis

O Ministério da Defesa promete revelar, em junho, documentos secretos de uma das maiores operações militares envolvendo objetos voadores não identificados no Brasil. A Operação Prato, de 1977, que levou a Força Aérea Brasileira (FAB) a verificar ocorrências extraordinárias no Pará, produziu um grande volume de material, em relatos, fotografias e vídeos, grande parte secreta até hoje. A decisão foi tomada após reunião com membros da Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU) e representantes das Forças Armadas, no dia 18 de abril.

Documentos

O Brasil é um dos pioneiros na investigação de objetos voadores não identificados. Oficialmente, de 1969 a 1972, a Força Aérea Brasileira teve até um órgão dedicado a esse propósito. Desde a regulamentação da Lei de Acesso à Informação (LAI), alguns documentos da Força Aérea, que relatam eventos de 1950 até 2010, foram liberados. Mas os ufólogos afirmam que grande parte do material produzido nessa busca por óvnis ainda não veio a público. Por isso, eles principiaram, em 2004, uma campanha chamada “UFOs: Liberdade de Informação Já”, com o objetivo de pedir ao governo a liberação desses arquivos.


                                 

Conforme Spengler, a Operação Prato, do Comando da Aeronáutica, é a pasta secreta que faltava revelar. “O último documento sigiloso, e ainda não entregue aos ufólogos, é o da Operação Prato, que poderá ser aberto já em 1º de junho de 2013. Os demais documentos solicitados pelos ufólogos ou não foram encontrados, ou não existiram, ou foram destruídos, como é previsto em lei”, afirma. Ele se refere ao decreto nº 79.099/77, que regulamentava a salvaguarda de documentos sigilosos e permitia sua destruição, assim como dos eventuais termos de destruição, pela autoridade que os elaborou ou por quem detivesse sua custódia.
Operação Prato

Em 1977, a Força Aérea Brasileira deslocou mais de 20 militares para uma operação especial: registrar e verificar ocorrências de luzes hostis e manifestações misteriosas na cidade de Colares, no Pará. Armados com câmeras fotográficas e filmadoras, os agentes não presenciaram nada extraordinário nos dois primeiros meses. Depois, no entanto, de acordo com os relatos, o cenário se alterou completamente: objetos luminosos se movimentando erraticamente, naves maiores do que prédios de 30 andares e depoimentos chocantes da população ribeirinha.

A Operação Prato, como ficou conhecida, resultou em 2 mil páginas de documentos, 500 fotos e 16 horas de filme. Porém quase tudo permanece arquivado, segundo Gevaerd. “Ainda falta 80% do material, centenas de fotos, vídeos que foram registrados, relatórios dos pilotos, que fizeram a perseguição - nada disso foi liberado”, esclarece.

Da liberação

Segundo o art. 45 do Decreto 7.724, de 16 de maio de 2012, que regulamenta a Lei nº 12.527, de 18 de novembro de 2011, as informações desclassificadas nos últimos 12 meses devem ser publicadas, anualmente, até 1º de junho de cada ano. A Comissão Permanente de Avaliação de Documentos Sigilosos (CPADS) do Ministério da Defesa é quem avalia os documentos sigilosos do Ministério da Defesa. “Na reunião do dia 18 de abril de 2013, o representante do Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro (Comdabra) informou que os documentos referentes à Operação Prato (Pará) estão sendo reavaliados por essa Comissão e que poderão perder o sigilo (secreto) já em 1º de junho de 2013”, declara Spengler.

Interesse

A reunião, realizada no dia 18 de abril, foi um marco no diálogo entre ufólogos e militares. “É a primeira vez na história, não só do Brasil, mas do mundo, que o Ministério da Defesa chamou os ufólogos para conversar e expressar os seus pontos de vista. Saímos da reunião sem nenhum documento adicional, mas com a promessa de que eles vão ser liberados”, destaca Gevaerd.

Essa medida atende a um interesse da população, já que a ufologia açula a curiosidade dos terráqueos. Ao todo, houve 107 solicitações de informações sobre óvnis (cinco da administração central do Ministério da Defesa, nove do Comando da Marinha, 26 do Comando do Exército, 65 do Comando da Aeronáutica e dois da Escola Superior de Guerra). "Foi a maior demanda sobre um único assunto recebida pelo Ministério da Defesa", ressalta Spengler.

Fonte: Site TERRA

Leia também:
ufologos-exigem-abertura-de-documentos

terça-feira, 30 de abril de 2013

Compartilhando..

Nova etapa. 
Alcântara agora caminha com as bençãos da AEB. 
Vamooooooo! 


Cara Miriam,

"Em conversas com o presidente da AEB, ele me solicitou que entrasse em contato com você, e nos colocássemos à disposição para atendê-la com informações necessárias, para a realização do seu trabalho."

Carlos TDepireux
Coordenação de Comunicação 



LINK: AEB

terça-feira, 26 de março de 2013

Empreendedores Criativos Banco Santander 2013

Aconteceu nesta semana o inovador seminário criado pelo banco espanhol Santander. O objetivo é preparar e descobrir Empreendedores Criativos para o mercado. Foram milhares de inscritos e 156 projetos avaliados e convidados a participar do seminário, onde a criatividade nos negócios foi o tema chave para definir os escolhidos. O Cemec elegeu 14 finalistas (projetos já em fase de realização e a forma como estão sendo executados) para apresentação do pitchin e apenas 07 serão premiados. Muito obrigada Santander e parabéns pela iniciativa. Amamos participar!


Empreendedores Criativos é um programa único, que reúne pesquisa, informação, qualificação profissional e pitchin para uma rede nacional de empresários e gestores em busca de inovação, novas referências e ferramentas adequadas ao desenvolvimento de negócios criativos para investimentos. Na área cinematográfica, o roteiro do longa-metragem ALCÂNTARA marcou presença no evento representado pela autora Miriam Rezende Gonçalves.             

domingo, 24 de março de 2013

Na onda da Ficção Cientifica.

Aconteceu neste fim de semana na Universidade Sumaré em São Paulo, o Congresso de Ficção Científica. A organização foi da revista Aumanack e por lá apareceu uma galera peso pesado. Eles gostaram da história e decidiram embarcar nessa viagem. Esses personagens contemporâneos estão por aqui, acompanhando nosso processo, de olho no blog e torcendo por esse filme.  Bem vindos, fiquem a vontade, essa página é de vocês. Atenção tripulação: decolando em 45 segundos. Lechaim.

Na foto abaixo, Os DETETIVES. Te mete!


Radiação favorável. Trajetória definida. Preparar lançamento.


Tripulação a postos. Iniciar contagem regressiva.


Sob a proteção do poderoso GANDALF - Mago Maia da linhagem Istari -  Senhor dos Anéis.


Com a alegria do Mickey (e como vocês podem constatar, ele não está de bom humor). E a orientação de JEDI; menthor de Luck em Star Wars - se liga - ele trouxe sua espada mágica.


Confirmado retorno da Balística . Tubeiras aguardando comando. Já temos a decolagem. 


É Brasil no espaço!





Shakespeare costumava perguntar a seus atores: "A Arte imita a Vida, ou a Vida imita a Arte?" Com minha experiência em dramaturgia, ainda não sei essa resposta, mas tenho uma certeza:
VAMO QUE VAMO! 

sexta-feira, 22 de março de 2013

Promoção da AXE leva brasileiros para o espaço

Um dos sonhos de quase todo guri, quando bem novinho, é ser astronauta… E apesar das tuas chances de ir para Estação Espacial Internacional serem bem pequenas, as chances de ir para o espaço acabaram de aumentar com a promoção que a Axe está fazendo: Serão 22 dois escolhidos para fazer um vôo sub-orbital e ver a Terra lá de cima. Um brasileiro tem a vaga garantida, Marcos Pontes. E o astrofísico João Paulo Delicato está concorrendo com outros 21 cientistas. 


Quem quiser, terá que participar de um concurso que terá várias fases, incluindo uma em que os participantes dependerão das redes sociais para conseguir votos. Depois os mais votados participarão de testes físicos e quem passar vai para os testes mais duros, nos EUA.


E para realizar essa promoção foi criada a Axe Space Academy, que utilizará a nave de uma empresa especializada em levar “pessoas comuns para o espaço”. Também foi chamado um dos mais importantes astronautas da história: Buzz Aldrin, o piloto da Apollo 11 e segundo homem a pisar na lua, é o garoto propaganda – o responsável pela convocação dos consumidores.


O nosso herói Marcos Pontes, primeiro astronauta brasileiro, o próximo pode ser você.


O professor e astrofísico João Paulo Delicato - brasileiro - um dos 22 concorrentes selecionados.


"Vá como homem e volte como herói" 

Link da Fonte: AXE - Comunicadores

Alcântara, Projeto do filme


Obra de Miriam Rezende Gonçalves.

O roteiro dramatúrgico de “Alcântara” é um thriller de suspense que foi selecionado para o “Laboratório de Roteiro de Longa-Metragem”, do dramaturgo cubano Eliseo Altunaga da Escuela de Internacional de Cine e Television de San Antônio de Los Banos; e aprovado para o seminário “Histórias de Roteiristas 2012”, do Núcleo de Audiovisual da Universidade Presbiteriana Mackenzie, orientado pelo roteirista Di Moretti. Esta história é apresentada em formato de longa-metragem com forte potencial para se transformar num seriado especial de TV. Este projeto quer revelar ao público brasileiro que o país tem um adiantado e sério Programa Espacial que envolve centenas de pessoas, especialistas, técnicos e intelectuais dedicados a desenvolver uma tecnologia própria. Poucas vezes tratado pela cinematografia nacional, o filme quer revelar este universo dos avanços da ciência e da tecnologia aeroespacial brasileira. 

O formato deste projeto é multi-plataforma e transmídia.


Roteiro audiovisual de ficção cinematográfica, inspirado no Programa Espacial Brasileiro. Biblioteca Nacional 580.251 livro: 1108 folha: 326 Prot: 827.7/12.

Registro Lavrado pela Técnica da EDA/FBN Rejane Beatris Schneider.

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Alcântara, Apresentação do filme

Carlos Alberto Pedrini, engenheiro mecânico, trabalhava no projeto Veículo Lançador de Satélites da Aeronáutica e morreu misteriosamente. “Alcântara” é o resultado dessa pesquisa que comecei há 9 anos, quando eu e minha família fomos surpreendidos pela notícia da explosão da torre de Lançamento de Alcântara, em 2003. Carlos foi condecorado como HERÓI e recebeu as mais altas comandas que um civil pode receber no país. Carlos era um idealista que perdeu precocemente a vida acreditando que o Brasil poderia conquistar o espaço. Carlos era meu primo e é a ele que dedico este trabalho.


Alcântara – palavra árabe que significa “a ponte” – é uma cidadezinha do estado do Maranhão com localização privilegiada, o lugar mais próximo da linha do Equador. Isso quer dizer que qualquer satélite que saia de suas bases tem uma economia de 30% em seu lançamento. Essa península sempre foi muito disputada e é parte de um projeto para se tornar o melhor espaço-porto do planeta, inclusive cobiçada a se tornar território internacional, sob fortes protestos nacionalistas. Alcântara é um território cercado de interesses diversos e difusos, alguns públicos e conhecidos, outros ocultos e misteriosos. O Programa Espacial Brasileiro começa uma nova fase de pesquisa e pioneirismo tecnológico com a reconstrução da base de lançamento em Alcântara. Ao lado disso, volta-se a falar do interesse internacional sobre a Amazônia e o controle aéreo da região, através do nebuloso projeto Sivam. (Ex) Quilombolas reivindicam o lugar como altar de seus ancestrais, um solo sagrado que precisa ser vigiado à todo custo. Estudiosos de óvnis, alegam que Alcântara é um porto de embarque e desembarque de objetos voadores não-identificados, com relatos de avistamentos e contatos de 3.º grau e 4.º graus.


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